Pesquisas mostram que tumores degradam ATP liberado por células danificadas e criam um ambiente favorável para se proliferar. Bloquear esse processo reduziu a adesão e migração em células de câncer de fígado, indicando um possível novo alvo terapêutico.
Foto: Envato
Jose Roberto Meyer Fernandes, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Biologia Estrutural e Bioimagem (INBEB)
Pesquisas mostram que tumores degradam o ATP liberado por células danificadas e criam um ambiente favorável para se proliferar. Bloquear esse processo reduziu a adesão e migração em células de câncer de fígado, indicando um possível novo alvo terapêutico
Estudos da UFRJ sobre o café visam ajudar a criar estratégias que tragam informações úteis à saúde, qualidade e sustentabilidade, reforçando os aspectos da economia circular da cadeia produtiva dos grãos que são um símbolo da cultura e das exportações brasileiras.
Imagem: Freepik
O Brasil é o primeiro produtor mundial de grãos crus de café, e essa abundância favorece a realização de estudos sobre o aproveitamento de substâncias presentes na sua composição em áreas diversas do conhecimento
Conhecidas como as “damas de companhia” das células, as chaperonas são guardiãs moleculares que acompanham a produção de proteínas e garantem que todas estejam na posição correta, evitando colapsos que podem gerar doenças graves. O estudo de suas funções pode abrir novos caminhos no combate ao câncer.
Imagem elaborada por Tarcísio M. Perfecto
Carlos Henrique Inácio Ramos, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Biologia Estrutural e Bioimagem (INBEB) and Larissa Machado Antonio, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
Pesquisas mostram que as chaperonas, moléculas conhecidas como “damas de companhia” das proteínas produzidas pelas células, podem abrir novos caminhos no combate ao câncer
Alterações genômicas em embriões humanos: veiculação prematura do resultado de pesquisas desse tipo mostra que conciliar rapidez na divulgação com rigor na validação dos resultados será um dos principais desafios da ciência nas próximas décadas.
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Veiculação prematura de pesquisas genéticas mostra que conciliar rapidez na divulgação com rigor na validação dos resultados será um dos principais desafios da ciência nas próximas décadas
Nas condições extremas do Brejo do Espinho - uma laguna de água hipersalgada em Araruama, no litoral fluminense, que possivelmente guarda semelhanças com o ambiente encontrado em lagunas intermitentes localizadas sob a superfície de Marte - vive a bactéria Staphylococcus nepalensis (S. nepalensis). Ela ajuda pesquisadores a estudarem a possibilidade de o planeta vermelho reunir condições mínimas para a sobrevivência de microrganismos.
Foto: Museu Oceanográfico de Arraial do Cabo
Complexo de lagoas de Araruama, no litoral fluminense, concentra a maior massa de água hipersalina permanente do mundo - um ambiente hostil que possui algumas semelhanças com salmouras de Marte
Imagem meramente ilustrativa de células cancerígenas atacando cadeias de DNA: pesquisas inovadoras estão desenvolvendo proteínas híbridas para aumentar a especificidade e evitar efeitos colaterais de terapias oncológicas.
Imagem: Envato
Matheus S. S. Paqui, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); Daniele Cocco Durigon, Universidade Estadual de Londrina (UEL), and Hernán Terenzi, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Biologia Estrutural e Bioimagem (INBEB)
Pesquisas desenvolvem proteínas híbridas para aumentar a especificidade e evitar efeitos colaterais de terapias oncológicas
No contexto da busca por vida fora da Terra, a pergunta “o que é vida?” deixa de ser apenas um problema filosófico e passa também a ter importância para a própria investigação científica: é necessário estabelecer critérios que permitam distinguir um ser vivo de algo não vivo.
Foto: Alan Fitzsimmons / ESO’s La Silla Observatory
A definição de vida é fundamental para o estabelecimento da própria metodologia de pesquisa quando se investiga a origem da vida, ou se há vida fora da Terra
Cientistas brasileiros decifram o paradoxo da proteína p53, que é essencial para prevenir o câncer, mas tem uma fragilidade essencial em seus genes.
Imagem: reprodução de microscópio eletrônico / Wikipedia
Guilherme C. de Andrade, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Biologia Estrutural e Bioimagem (INBEB); Guilherme A. P. de Oliveira, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Biologia Estrutural e Bioimagem (INBEB), and Jerson Lima Silva, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR); Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Biologia Estrutural e Bioimagem (INBEB)
Cientistas brasileiros decifram o paradoxo da proteína p53, que é essencial para prevenir o câncer, mas tem uma fragilidade essencial em seus genes
De fácil coleta, esse fluido tem um grande potencial para se tornar uma ferramenta de monitoramento personalizado da saúde.
Foto: Freepik.
Ana Paula Valente, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Biologia Estrutural e Bioimagem (INBEB); Liana Bastos Freitas Fernandes, Lund University; Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), and Tatiana Kelly da Silva Fidalgo, Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
De fácil coleta, esse fluido tem um grande potencial para se tornar uma ferramenta de monitoramento personalizado da saúde
Estudos indicam que maior exposição à luz solar está associada a sensação geral de bem-estar. O efeito não é gigantesco, mas é estatisticamente confiável e clinicamente relevante.
Foto: Freepik
Estudos indicam que a exposição à luz solar está associada ao bem-estar, mas também apontam riscos para populações mais vulneráveis a eventos climáticos intensos
Uma Jararaca Bothrops sibilando: pesquisadores descrevem a estrutura inesperada de uma proteína do veneno da cobra, que ajuda a explicar como as proteínas se reconhecem e interagem dentro das células.
Imagem: Renato Augusto Martins / Wikimedia
Fabio C. L. Almeida, Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Biologia Estrutural e Bioimagem (INBEB); Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Aarão Camilo Ramos, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Ariana Azevedo Vasconcelos, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), and Larissa Saraiva da Silva Santos, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Pesquisadores descrevem estrutura inesperada de uma proteína do veneno da jararaca, que ajuda a explicar como proteínas se reconhecem e interagem dentro das células
Hidrogéis são redes tridimensionais de polímeros com grande capacidade de absorver líquidos, como água, sem se dissolver. O hidrogel biodegradável (foto) feito a partir de produtos naturais.
Hidrogéis biodegradáveis e superabsorventes – popularmente conhecidos como “água sólida” -
são uma alternativa de baixo custo e ambientalmente segura para aumentar a sobrevivência de mudas agrícolas e florestais, desenvolvida por cientistas da Universidade de Londrina (UEL)
Apesar de apenas seis elementos comporem cerca de 98,5% da nossa massa corporal, o 1,5% restante é tão vital quanto e responsável por funções essenciais do organismo.
Cagkan Sayin/Shutterstock
Cálcio, potássio, arsênio: o que a tabela periódica nos diz sobre a vida, a morte e tratamentos dentários.
Foto aérea de uma fonte termal: algumas das primeiras formas de vida da Terra eram as arqueias, que produzem enzimas especiais - as hidrogenases - para extrair energia do gás hidrogênio, o que lhes permite sobreviver em alguns dos ambientes mais inóspitos no planeta.
Carsten Steger / Wikimedia
Professor Titular do Instituto de Química, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Biologia Estrutural e Bioimagem (INBEB)
Doutora em Química Biológica pelo Instituto de Bioquímica Médica Leopoldo de Méis (IBqM) e Pós-doutoranda em Biofísica, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Pesquisador do Centro Nacional de Biologia Estrutural e Bioimagem (CENABIO), Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Biologia Estrutural e Bioimagem (INBEB); Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Cientista do Nosso Estado pela Faperj, Bolsista de Produtividade pelo CNPq e Professora Titular do Instituto de Química, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Professor Titular do Instituto de Bioquímica Médica Leopoldo de Meis, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Biologia Estrutural e Bioimagem (INBEB)
Professora titular do Departamento de Bioquímica Médica, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Biologia Estrutural e Bioimagem (INBEB)