Articles on Antártica

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A frente de uma geleira encontra o mar na Antártica: o manto de gelo do continente contém água suficiente para elevar o nível global do mar em cerca de 58 metros. Qiyue Sun

Perda de gelo na Antártica já é inevitável, e isso é uma má notícia para as áreas litorâneas

O futuro do manto de gelo da Antártica depende do desenrolar de uma cadeia de eventos, e um novo estudo mostra que as evidências apontam para uma única direção
Entender a formação dos mantos de gelo do passado também pode nos dar pistas sobre o futuro: condições necessárias são extraordinariamente específicas e levaram muito tempo para se estabelecer, e quando os mantos de gelo desaparecem, eles não podem simplesmente se regenerar. Matt Palmer/Unsplash

Novo estudo indica por que a Antártica congelou milhões de anos antes do Ártico

Novas respostas para dois mistérios interligados revelam como e por que se formou o enorme manto de gelo da Antártica
Chuva derrete a neve e tira dos glaciares sua fonte de gelo, além de formar poças que desestabilizam plataformas de gelo, aumentando o desprendimento de icebergs e a perda de massa para os oceanos, e ameaçando a sobrevivência de várias espécies de pinguins Gula52 / shutterstock

A chuva está chegando na Antártica e vai mudar a face do continente gelado

Na Península Antártica, as precipitações estão caindo cada vez mais na forma de chuva em vez de neve, com consequências para geleiras, pinguins e até os cientistas.
Após três anos de funcionamento autônomo, em condições extremas de vento e temperatura, o Criosfera 1 recebe uma nova expedição de cientistas, que estão resgatando os dados de UVA e UVB coletados de forma contínua e por longo período pelo laboratório. Foto: Heitor Evangelista / INCT Criosfera

Conheça o papel do laboratório brasileiro Criosfera 1 no acompanhamento da recuperação da camada de ozônio

Medições das radiações de UVA e UVB feitas pelo Crisfera 1 nos últimos anos ajudaram a concluir que a redução do ozônio e o aumento do UVB superficial provocaram impactos reais sobre a biota local, como o plâncton no oceano Austral
Continente mais remoto, inóspito e intocado do mundo não está livre da poluição marinha, e junto com os plásticos vêm colônias de bactérias que podem afetar a vida no oceano e fora dele, permitindo que patógenos potencialmente prejudiciais se espalhem. Oleksandr Matsibura/Shutterstock

A “plastisfera” da Antártica, um novo ecossistema potencialmente perigoso

Os detritos plásticos no mar abrigam a plastisfera, um ecossistema microbiano totalmente novo.
Viagem liderada por brasileiros será inédita porque vai tentar chegar o mais perto possível da costa da Antártica em diferentes pontos que ainda não foram estudados pela ciência. Foto: Divulgação

Circum‑navegação da Antártica: expedição inédita liderada pelo Brasil vai avaliar impactos do aquecimento global no continente gelado

Mais de 60 pesquisadores de sete países embarcam em uma expedição científica em busca de dados vitais para o futuro do planeta
Muitas das medidas de saúde empregadas na primeira expedição de Scott e Shackleton são semelhantes às usadas atualmente. A diferença é que agora temos uma compreensão muito melhor do porquê. Sergey Goryachev/ Shutterstock

Como os exploradores polares da expedição Discovery de 1901 se mantiveram saudáveis durante sua jornada na Antártica

Assim como na sociedade moderna, a alimentação, a qualidade do ar e os exercícios eram considerados essenciais para a boa saúde e para o sucesso da expedição.
Posição da isoterma zero, linha imaginária que une pontos a 0°C num mapa, na Antártica está se movendo mais rápido em direção ao sul, o que significa que a área de temperaturas abaixo de zero no continente está ficando cada vez menor, com impactos na criosfera e nos ecossistemas locais. Mongkolchon Akesin / Shutterstock

Mudanças climáticas aceleram na Antártica

A posição da isoterma zero na Antártica se deslocou 100 km para o sul desde meados do século XX. O aquecimento global está fazendo com que ela se mova cada vez mais rápido, o que levará a mudanças nas geleiras e na precipitação
Iceberg derretendo, durante a onda de calor na Antártica em 2022: foi o fenômeno do gênero mais intenso já registrado em todo o mundo. AP Photo/John McConnico, Arquivo

Cientistas decifram a onda de calor na Antártica. Aqui estão os resultados

Uma onda de calor em 2022 redefiniu as expectativas científicas sobre o clima da Antártica. Agora a comunidade global deve se preparar para o que um mundo mais quente pode trazer.

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