Visão artística do futuro novo terminal de passageiros do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, privatizado em 2023: de 2011 até hoje, 59 aeroportos foram transferidos à iniciativa privada, num processo empírico marcado por sucessos operacionais notáveis e crises financeiras profundas, que exigiram mudanças no modelo de concessões ao longo dos anos.
Arte: Aena Brasil
De 2011 até hoje, país transferiu 59 aeroportos à iniciativa privada, num processo empírico marcado por sucessos operacionais notáveis e crises financeiras profundas que exigiram mudanças no modelo de concessões ao longo dos anos
Os dilemas morais de guiar turistas por uma paisagem intocada
Casos recentes de esgoto lançado nas praias da orla misturado à drenagem pluvial são exemplos da contradição entre o marketing sobre o crescimento do turismo na cidade e a poluição ambiental e visual que este aumento desordenado está gerando.
Foto: Prefeitura de João Pessoa
Receitas geradas pelo turismo de massa na cidade não retornam sob a forma de investimentos em saneamento, lixo, mobilidade, preservação ambiental e infraestrutura urbana
A orla de João Pessoa: por anos considerada uma alternativa mais barata e sustentável ao turismo de massa no Nordeste, a capital da Paraíba vem sofrendo muito com o turismo desordenado e a explosão imobiliária.
Foto: Wikipedia
João Pessoa costuma ser apresentada como um exemplo bem-sucedido de turismo “sustentável” no Nordeste, mas revela contradições profundas, que dizem respeito ao modo como o espaço urbano é produzido, apropriado e governado
Turistas na Praça San Marco, em Veneza: movimento que um dia foi chamado de revitalização de espaços públicos tradicionais passa por um processo tão acentuado de exploração imobiliária e turística que expulsa os moradores tradicionais, pois sofistica e encarecer demais os aluguéis e os preços de produtos e serviços.
Imagem: Senivpetro / Freepik
A gentrificação leva à produção glamourizada do espaço por meio da sofisticação dos ambientes
Vista aérea da Ilha de Anchieta, no litoral de São Paulo, um dos Parques Estaduais que participam do projeto de monitoramento do ecoturismo: pesquisas apontam caminhos para avaliar parcerias entre as esferas pública e privada e fortalecer a conservação com participação social.
Imagem: Wikimedia
Pesquisas apontam caminhos para avaliar parcerias entre as esferas pública e privada e fortalecer a conservação com participação social
Bioindicadoras de condições ambientais, predadoras de vetores de doenças e lindas: as libélulas atraem a atenção de públicos de todas as idades e podem ajudar a desenvolver o ecoturismo na região amazônica.
Foto disponibilizada pelos autores
Inseto de grande beleza e importância para os ecossistemas aquáticos, as libélulas podem ajudar a desenvolver o ecoturismo. Mas, para isso, é preciso que políticas públicas deem apoio às iniciativas de comunidades locais.
Turista tira uma foto ao lado da Estátua do Cristo Redentor, no Rio: Apesar do imenso potencial devido às belezas naturais e à riqueza cultural, o Brasil ocupa uma posição insignificante no ranking do turismo internacional. Idioma, distância, custos, violência e pouca adequação aos padrões internacionais de turismo estão entre as razões dessa baixa performance.
O Brasil inteiro atrai três vezes menos turistas por ano que a cidade de Paris. Especialistas brasileiros em turismo internacional explicam as razões da dificuldade que o país tem em atrair estrangeiros, apesar de seu imenso potencial
Famosas pelos espetáculos que oferecem aos turistas no litoral do sul da Bahia, este ano as baleias-jubarte começaram a ser avistadas com frequência no Rio de Janeiro. Pesquisadores tentam entender as razões do fenômeno enquanto trabalham para evitar que o crescente turismo de observação prejudique o processo migratório destes mamíferos marinhos.
Foto de Liliane Lodi
Liliane Lodi, Universidade Federal Fluminense (UFF)
Rota migratória das baleias, que passa pelo litoral do Brasil em direção a Abrolhos, tornou-se este ano uma atração de turismo de observação em frente às praias da capital
Passar as férias “colocando o sono em dia” pode ajudá-lo a se sentir mais descansado, mas não substitui a priorização de um sono saudável e regular em casa.
RossHelen/Shutterstock
Retiros e suítes sofisticados com mordomos do sono e menus de travesseiros estão se tornando um grande negócio. Mas será que você realmente precisa sair de casa para dormir um pouco?
Assistente de pesquisa e membro do Grupo de Ensino e Pesquisa em Sociologia, Estado e Movimentos Sociais (Gepsem), Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
Professora Associada do Departamento de Administração e Turismo e do Programa de Pós-Graduação em Práticas em Desenvolvimento Sustentável, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)