Nossos narizes realizam funções que vão muito além de simplesmente nos permitir respirar e cheirar: separação funcional entre nariz e laringe criou um sistema ideal para modular sons complexos e contrastantes, entre os quais vogais claramente diferenciadas.
Umesh Jayasekara/Shutterstock
Nosso nariz não tem esse formato por mero capricho e permite que nossa voz seja mais clara e mais grave do que a de qualquer outro primata
Os livros didáticos criam uma sensação enganosa de certeza ao apresentarem o corpo humano como estável, universal e totalmente consensual, enquanto a anatomia real é muito mais confusa e diversa do que isso.
New Africa/Shutterstock.com
Achamos que o corpo humano já foi totalmente mapeado, mas na verdade a anatomia ainda está incompleta e foi moldada por quem foi estudado e quem não foi.
Estátua do Hermafrodita adormecido, cópia romana do século II a.C. de um original helenístico do século II a.C. no Louvre: mais que uma obsessão estética, formato - e função - dos nossos traseiros foram moldados pela evolução.
Pierre-Yves Beaudouin/Wikipedia
Saiba por que o traseiro do “Homo sapiens” é consideravelmente maior, mais arredondado, musculoso e protuberante do que o de nossos parentes primatas
Nas páginas dos livros didáticos de anatomia estão figuras desnudadas, não apenas da pele, mas também da identidade, com desenhos requintados muitas vezes criados a partir dos corpos de prisioneiros, pobres e excluídos.
Vector Hut/Shutterstock.com
Os históricos livros didáticos de anatomia são baseados em pesquisas com corpos de prisioneiros, pobres e indefesos – e ainda hoje ainda usamos eles.
Esboço de crânio de Da Vinci (1489): Leonardo avançou nessa disciplina por meio de suas notáveis habilidades de observação, conhecimento de perspectiva e suas extraordinárias habilidades de desenho, e seus esboços anatômicos eram diferentes de tudo o que havia sido visto antes.
Wikimedia
O polímata italiano da época do Renascimento criou representações inovadoras de seres humanos em uma época em que o funcionamento interno do corpo permanecia um mistério.
Estudos sugerem que exercícios podem induzir sintomas gastrointestinais como flatulência e movimentos peristálticos.
CGN089/Shutterstock