Articles on Aedes Aegypti
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Estudos de pesquisadores brasileiros mostram que a soltura localizada de mosquitos Aedes Aegypti inoculados com a bactéria Wolbachia pode reduzir em até 69% casos de dengue, 56% de chikungunya e 37% de Zika, mas a capacidade da bactéria de se espalhar e reduzir a transmissão pode depender de fatores locais
Mapeamento minucioso feito na cidade paulista de Presidente Prudente, com georreferenciamento e análise estatística, correlacionou a presença de larvas nos bueiros com o aumento da ocorrência de casos de dengue no município
A maior biofábrica do mundo de mosquitos Aedes aegypti incutidos com a bactéria Wolbachia - que atrapalha o desenvolvimento dos vírus - será construída no Brasil e terá capacidade de atender 70 milhões de pessoas.
Vacina do Instituto Butantan será capaz de garantir alta eficácia contra os quatro vírus da doença, e com injeções em dose única. Pedido de registro na Anvisa deverá ocorrer até o segundo semestre deste ano.
Vacinas, medicamentos e controle da capacidade vetorial formam o tripé de ações que, se bem administradas, tornarão a dengue uma doença mais rara e palatável para o sistema de saúde.
Comparadas com as quatro primeiras semanas de 2023, esse ano houve um [aumento de casos de infecção pelo vírus da Chikungunya de 123% no estado de São Paulo, e de 200% no Rio de Janeiro.
Só em janeiro, 15 pessoas morreram no Brasil por complicações da doença, há 149 óbitos em investigação e ainda estamos longe do pico da epidemia, que ocorre entre março e maio. Vacinação começa em fevereiro.
Número de casos da doença aumentou 16% em 2023 no Brasil, com 5% a mais de óbitos. Letalidade reduziu, mas números para este verão preocupam muito por conta das mudanças climáticas .







