Abordagens policiais sem método, que podem levar a agressões extremas: ainda se sabe muito pouco sobre como decisões são tomadas durante estas abordagens, mas um estudo do Departamento de Letras da PUC-Rio sugere que a falta de conhecimento sobre linguagem corporal por parte dos agentes da lei pode levar a atitudes violentas sem necessidade.
Thiago Gomes/Agencia Para via AP
Pesquisa sugere que treinamentos de policiais com vídeos de casos reais poderiam prepará-los para atuar melhor em situações de estresse
Alunos do Colégio com Supervisão Militar Rio Tocantins, no Pará, perfilados para cerimônia de hasteamento da bandeira: imposição de disciplina militar no ensino público estadual de certos estados brasileiros desperta discussão sobre o impacto dessa política educacional sobre sobre crianças e jovens em sociedades que tentam consolidar relações democráticas, como a brasileira.
Imagem: Divulgação / Polícia Militar do Estado do Pará
A reprodução de padrões militares em escolas contraria a principal finalidade do ensino público no Brasil, que segundo a Constituição Federal é educar com pluralidade, gestão democrática, participativa e focada na construção de uma cultura de paz
A Coréia do Sul experimentou um rápido crescimento tecnológico nas últimas décadas. Muitos empregos estão sendo substituídos por robôs e IA. Mas a igualdade de gênero e outras medidas de defesa das pessoas não acompanhou o avanço digital. Pesquisas demonstram que o avanço tecnológico pode, na verdade, exacerbar a violência de gênero.
AP/Ahn Young-joon
Uma análise recente de quase 100.000 vídeos pornográficos deepfake revelou que mulheres e meninas sul-coreanas apareciam em mais da metade.
A pressão exercida por colegas e enraizada na mídia é no sentido de dizer que as meninas devem apreciar meninos com atitudes e perfil agressivos, o que faz com que muitas delas acabem gostando - ou acreditando que gostam - desse tipo de companheiro. Neste processo tóxico, o comportamento violento passa a ser normalizado e aceito, e faz, até mesmo, que as meninas o confundam com amor, levando-as a relacionamentos abusivos.
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Como os adolescentes podem se apaixonar por alguém que os trata mal? Mensagens da mídia, pressão dos colegas e amizades falsas se combinam no “flerte desdenhoso”
Pedagoga, Doutora em Sociologia, professora da Faculdade de Ciências e do Programa de Pós-Graduação em Educação Escolar, Universidade Estadual Paulista (Unesp)