Articles on Tecnologia

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Alguns sistemas se concentram em preservar a memória, ajudando os usuários a gravar e armazenar histórias pessoais, organizadas por tema, com a IA indexando o conteúdo em um arquivo pesquisável. Já outros usam IA generativa para criar conversas contínuas.

“Deathbots”: testamos os robôs de IA que permitem “conversar com os mortos”

Chatbots e avatares estão sendo usados para preservar as vozes dos mortos.
O sucesso do Chat-GPT já demonstrou o problema, pois para muitos o Teste de Turing era a referência para a inteligência artificial e ele teria sido aprovado; com isso, os parâmetros para a ‘consciência’ das máquinas mudaram, e podem continuar mudando à medida que a tecnologia melhora. Black Salmon

Talvez a parte mais difícil de desenvolver uma IA consciente seja nos convencer de que ela é real

Um filósofo fala sobre como e se algum dia decidiremos se a IA é senciente e tem um consciência própria.
Campus da Universidade Federal do Ceará (UFC), em Fortaleza: novas diretrizes sobre uso de IA divulgadas pela universidade não representam avanço na integração crítica dessas tecnologias. Ao contrário, optam pelo controle em detrimento de uma perspectiva pedagógica e formativa. Foto: UFC / Divulgação

A polêmica da IA na academia: está certo simplesmente proibir?

Abordagem excessivamente restritiva e punitiva adotada por certas universidades sobre o uso de Inteligência Artifical em trabalhos de pesquisa de pós-graduação demonstra uma visão reducionista do potencial das ferramentas atuais
Quanto o ciclo lunar afeta o sono? Embora pesquisas indiquem um impacto modesto, provavelmente muito menos do que o tempo que você passa diante da tela do celular ou da TV à noite. Muhammad Khazin Alhusni/iStock via Getty Images Plus

A Lua cheia nos deixa insones? Um neurologista explica a ciência por trás dos mitos lunares e sua influência no sono e humor

O folclore sugere que a Lua cheia tem um forte efeito sobre o sono. Mas a realidade é mais complexa, e hábitos de vida como o uso de telas antes de dormir provavelmente têm um efeito maior.
Diferente do preço dinâmico tradicional, os preços personalizados usam dados como histórico de navegação, localização, padrões de compra e até tipo de dispositivo para cobrar um valor único com base no que os algoritmos preveem que você está disposto a pagar por algo. FG Trade/Getty Images

Por que os preços personalizados são um risco, mas também podem ser uma ajuda inesperada para a equidade

Os defensores da redistribuição de recursos podem encontrar algo positivo no mais recente desenvolvimento em matéria de preços baseado em inteligência artificial.
Os vencedores do Prêmio Nobel de Economia 2025: Mokyr mostrou os fundamentos intelectuais e históricos da Revolução Industrial, enquanto Aghion e Howitt que a destruição criativa é a própria essência do empreendedorismo, deixando morrer o que já não serve para que surja o novo. Nobel Prize

Nobel de Economia de 2025 faz uma ode à inovação, da máquina a vapor à inteligência artificial

Joel Mokyr, Philippe Aghion e Peter Howitt lembram que o progresso nasce da cultura do conhecimento e do valor de destruir para criar.
Um centro de dados em construção na província chinesa de Guizhou, em 2018: bunkers de dados de hoje revelam o surgimento de uma nova ameaça existencial endêmica à sociedade digital, a terrível perspectiva da perda de dados. Ou Dongqu/Xinhua/Alamy Live News

Fortalezas de dados: bunkers, minas e montanhas estão sendo transformados para proteger o “novo ouro” da tecnologia

Bunkers, abrigos antiaéreos, minas e montanhas desempenham papéis fundamentais na proteção contra nossa mais recente ameaça existencial: a terrível perspectiva da perda de dados.
Segundo o filósofo italiano Luciano Floridi, o desencontro entre os aspectos naturais e práticos da IA parece corroborar a tese de que Inteligência Artificial não diz respeito à capacidade de reproduzir o pensamento humano, mas sim à capacidade de abrir mão dele. Ela seria então uma forma de agir que não precisa ser inteligente para ter sucesso. Imagem gerada por IA, via EnvatoLabs

Debate: A Inteligência Artificial precisa ser realmente inteligente para ser eficiente?

Para alguns pensadores, a IA atual é apenas uma simulação de inteligência, baseada em correlações estatísticas e padrões de dados, sem compreensão real do mundo. E uma simulação de inteligência não é sinônimo de inteligência de fato
Pesquisas mostram que ato de verificar e mexer no celular em momentos a dois interrompe conexão e pode afetar humor e autoestima da pessoa ignorada, além de levar a comportamentos de “vingança” como mexer no próprio celular e buscar validação e apoio externos. Prostock-studio/Shutterstock

‘Phubbing’: por que ignorar seu parceiro ou parceira usando o celular enfurece algumas pessoas e leva a retaliações

Pesquisas mostram que o “phubbing” – ignorar o parceiro para verificar o celular – pode diminuir a satisfação nos relacionamentos e deflagrar retaliações.
O avião espacial militar americano X-37B: missão prevista para partir no próximo dia 21 de agosto levará a bordo um sensor inercial quântico, que pode permitir monitorar o posicionamento da nave com alta precisão sem a necessidade de referências externas. VELOZ ALEXANDER

Militares dos EUA vão usar avião espacial secreto para testar alternativa quântica ao GPS

O sensor experimental promete revolucionar a navegação, podendo funcionar independente de quaisquer sinais externos com alta precisão.
Corrida ao fundo do poço: o controle cada vez maior e danoso das redes sociais sobre o comportamento humano é culpa das pessoas ou dos algoritmos? A verdade está em algum lugar mais complexo, no meio do caminho. Ilustração: Envato Labs

Guerra pela soberania: como o transbordamento do universo virtual para o mundo real ameaça a democracia

A radicalização induzida pelos algoritmos já faz a vida digital controlar a vida real. A retomada do controle dos nossos territórios existenciais é essencial para construir infraestruturas digitais capazes de proteger as democracias de decisões inimputáveis de Big Techs e seus aliados autocráticos
O consumo passivo de conteúdo gerado por IA pode desestimular a curiosidade intelectual, reduzir a capacidade de atenção e criar uma dependência que limita o desenvolvimento cognitivo de longo prazo. SvetaZi/Getty Images

O ChatGPT está nos deixando estúpidos?

A IA fornece respostas claras e refinadas em segundos. Embora esses resultados possam ou não ser precisos, eles são inegavelmente eficientes. Isso já levou a grandes mudanças na forma como trabalhamos e pensamos.
Aderecista de escola de samba: atividade que pertence ao segmento de artes cênicas na área de cultura do setor da Indústria Criativa. De acordo com o mapeamento feito pela Firjan, em 2023, o setor foi responsável por 3,59% do PIB nacional, o que corresponde a quase R$ 400 bilhões. Yuri Arcurs / People Images / Envato Photos

A contribuição da Indústria Criativa para a economia nacional

Estudo mensura os empregos e o PIB gerados pela atividade criativa no país, que inclui trabalhadores das áreas de consumo, cultura, tecnologia e mídia
Alphafold, a ferramenta baseada em IA que projeta em 3D as estruturas de praticamente todas as proteínas conhecidas no planeta, está entre os exemplos de tecnologias disruptivas que estão mudando a forma como conduzimos a pesquisa biomolecular. Imagem: Christoph Burgstedt/Science Photo Library

Deep techs e as tecnologias disruptivas: no limiar entre a ciência e a inovação transformadora

Debate sobre o tema busca identificar oportunidades concretas para o avanço científico e tecnológico do Brasil, especialmente em áreas críticas para sua soberania e desenvolvimento sustentável
A luta contra o celular nas salas de aula: proibição da prática é uma arma contra uma realidade que vem gerando uma epidemia de ansiedade e depressão. Para especialistas, enfrentá-la exige ações como a criação de ambientes que favoreçam o foco, o silêncio e o pensamento crítico. Foto: Rivaldo Gomes/Folhapress

Estratégias para promover o foco ajudam a enfrentar a crise de atenção dos jovens

Adolescentes que passam mais de três horas diárias nas redes têm o dobro do risco de ansiedade e depressão, agravado pelo uso precoce, que expõe o cérebro vulnerável à dependência da validação social
O aprendizado por reforço, uma área da IA que ensina máquinas a aprenderem com a própria experiência, é o campo ao qual se dedicaram os cientistas Andrew Barto e Richard Sutton. Fonte: Freepik.

Os pioneiros que ensinaram máquinas a aprender e moldaram o futuro da Inteligência Artificial

Os cientistas Andrew Barto e Richard Sutton não são conhecidos do grande público, mas receberam este ano, o “Nobel da Computação” por pavimentarem o caminho do desenvolvimento de robôs, veículos autônomos e outras ferramentas de IA
Discussão sobre quem deve ser responsabilizado por conteúdos danosos que circulam na internet segue judicializado no STF, num debate intensificado pela pressão crescente das empresas que controlam as redes sociais.

Necessidade de regulação das plataformas digitais intensifica debate sobre quem deve ser responsabilizado pelo que é publicado na internet

A ausência ou demora na colaboração de algumas plataformas digitais com processos de responsabilização por danos causados por conteúdos publicados em redes sociais tem intensificado o debate público sobre o assunto
As ferramentas de IA revelam como as imagens podem ser manipuladas. William Theisen et al.

Memes e conflitos: Estudo mostra que o surgimento de imagens e falsificações pode preceder a violência política e internacional

O conteúdo visual, incluindo imagens manipuladas, é um elemento básico da propaganda e das mensagens políticas. A análise de IA mostra que um aumento desses memes pode preceder a eclosão da violência em larga escala.
O que chamamos de IA hoje não é mais do que uma máquina estatística, um papagaio digital que não tem compreensão, não tem consciência e nenhum conhecimento em qualquer sentido real, e apresentá-la como se fosse humana é perigoso, porque nada é mais perigoso do que uma ilusão convincente. Kundra/Shutterstock

Precisamos parar de achar que a IA é mesmo inteligente

A IA pode parecer humana, mas é uma ilusão que precisamos combater
Apenas para seus ouvidos: técnica combina feixes de ultrassom que viajam pelo espaço inaudíveis para os ouvidos humanos e só se tornam audíveis após interagirem usando um conceito chamado acústica não linear. Cinefootage Visuals/iStock via Getty Images Plus

Cientistas criam som que pode fazer “curvas” no espaço e chegar apenas no seu ouvido em meio a uma multidão

Ao combinar o ultrassom com um conceito chamado acústica não linear, é possível criar um som que permanece silencioso aos ouvidos humanos até atingir um local específico.

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