O secretário da Guerra norte-americano, Pete Hegseth, e o vice-chefe de gabinete da Casa Branca, Stephen Miller, posam para uma fotografia com militares e líderes de segurança de países latino-americanos e do Caribe, na Conferência Inaugural das Américas contra os Cartéis, ocorrida nos EUA no começo de março de 2026.
AP Photo/Rebecca Blackwell
A nova Estratégia Nacional de Contraterrorismo dos EUA prevê reforço da vigilância de fronteiras e rotas marítimas, cooperação de inteligência, rastreamento financeiro e integração de ações diplomáticas, militares e de segurança para combater tráfico de drogas, armas e pessoas
O caça sueco Saab JAS 39 Gripen NG, modelo escolhido pelo governo brasileiro para o projeto Projeto FX-2 de reequipamento e modernização da frota de aeronaves militares supersônicas da FAB: o retorno econômico dos investimentos militares depende da capacidade do país de transformar tecnologia militar em aplicações civis, o que é difícil em países com forte dependência de tecnologia importada, como o Brasil.
Foto: Antônio Oliveira/Wikipedia
David G. Borges, Universidade Federal de Pelotas (UFPel); Associação Brasileira de Ciência Política (ABCP)
A ideia de que investir em defesa pode impulsionar a economia e reposicionar o Brasil no mundo é antiga e duradoura, mas as evidências mostram tratar-se de uma percepção que não corresponde à realidade
Pesquisa com usuários indica que os processos de regulamentação desse tipo de transporte nas grandes cidades deve considerar não apenas os riscos, mas também os benefícios que o serviço oferece a moradores de periferias e favelas.
Imagem gerada por Meta AI
Estudo investiga prós e contras dos processos de regulamentação desse tipo de transporte nas cidades, que precisam considerar não apenas os riscos, mas também os benefícios que oferece a populações de menor renda
O Secretário de Defesa - cargo agora rebatizado para “secretário de guerra”- Pete Hegseth, durante a apresentação da nova Estratégia de Segurança Nacional dos EUA.
AP Photo/Julia Demaree Nikhinson
Nova Estratégia de Segurança Nacional dos Estados Unidos deixa de tratar a América Latina como espaço de cooperação estratégica e passa a enquadrá-la como área direta de contenção, controle e possível intervenção
Nova PEC da Segurança Pública - que poderá ajudar na integração entre as forças de segurança do país - é mais uma tentativa de mudar a legislação e uma prática recorrente que agora bateu um recorde histórico: desde a Constituição de 1988, o Brasil já registra mais de 20,4 mil tentativas de alterações da legislação na área da segurança.
Foto: Eduardo Anizelli / Folhapress
Doutora e mestre em Relações Internacionais pelo Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas e pesquisadora I no Instituto de Políticas Públicas e Relações Internacionais, Universidade Estadual Paulista (Unesp)