O bairro de Brasília Teimosa, que recebeu esse nome porque nasceu na mesma época da construção de Brasília, é até hoje o principal exemplo da desigualdade urbana e do racismo ambiental em Recife. Mais vulnerável às tragédias agravadas pelas mudanças climáticas, a favela testemunha estratégias de sobrevivência que incluem a prostituição de jovens sem oportunidades de trabalho.
Diante de catástrofes ambientais, prostituição se apresenta como estratégia de sobrevivência para jovens em situação de vulnerabilidade econômica e socioambiental
Mães ribeirinhas caminham pelo leito seco do Amazonas para deixar seus filhos na escola, na região da fronteira entre o Brasil e a Colômbia: ao descaso dos causadores das mudanças climáticas com os efeitos deste problema sobre a vida de populações menos favorecidas que vivem nas regiões mais afetadas dá-se o nome de racismo climático.
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O Norte Global, responsável pela maior parte da emissão de GEE na atmosfera, deve se comprometer com a implantação de infraestrutura de mitigação e adaptação às mudanças climáticas nos países em desenvolvimento
Um terço da população mundial tem menos de 18 anos. Quase a metade desse contingente vive em condições de risco climático elevado, em áreas sujeitas a enchentes, ondas de calor e outros fenômenos severos.
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É impossível discutir a crise climática e o futuro do planeta sem ouvir e integrar as crianças, seus direitos e necessidades, neste debate global. Elas são um terço da população global.
Doutor em Direito do Estado pela USP , pesquisador na Harvard Law School, professor na Faculdade de Relações Internacionais da FGV/SP e CEO, Instituto Alana