Os presidentes Cyril Ramaphosa (África do Sul), Prabowo Subianto (Indonésia) e Lula na cúpula dos Brics, no Rio. Participação do Brasil no Brics é importante para diversificação e não-alinhamento, mas “é chegada a hora de conter a potência intervencionista e lançar um movimento mais amplo para a reconstrução do tecido multilateral internacional, a partir de princípios claros de justiça e equidade”.
Joédson Alves/Agência Brasil
É chegada a hora de conter a potência intervencionista e lançar um movimento mais amplo para a reconstrução do tecido multilateral internacional, a partir de princípios claros de justiça e equidade
Vários líderes mundiais na cúpula do Brics em Kazan, em 24 de outubro de 2024.
Maxim Shemetov/pool/AFP via Getty Images
Ainda não está claro se a aliança do Brics está próxima de alcançar uma unidade de propósito.
Lula na Assembleia Geral da ONU na semana passada: desafio para o Brasil é manter independência política sem tomar partido na disputa pela nova hegemonia global travada entre China e Estados Unidos.
Mary Altaffer/AP
A guerra na Ucrânia é sintoma e causa de uma crise de paralisia do sistema internacional. Para os autores, cabe ao Brasil e ao Sul Global se empenharem para reformar o sistema multilateral.