Criança vítima de Mpox no Congo: entre janeiro de 2024 e maio de 2025, 26 países africanos notificaram mais de 139 mil casos suspeitos e cerca de 1.788 mortes. No Brasil, não houve óbitos registrados em 2024 e 2025, mas a confirmação de uma nova cepa mudou a natureza do risco da doença no país.
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Principal antiviral usado contra a varíola e outros vírus do gênero Orthopoxvirus - ao qual pertence o vírus da mpox - vinha sendo empregado de forma empírica no tratamento da doença
Os vírus ignoram fronteiras e estão se espalhando cada vez mais rápido pelo mundo: entre as principais ameaças para 2026 está uma pandemia da gripe aviária H5N1, a varíola dos macacos e a febre Oropuche.
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As infecções virais estão aumentando e se espalhando pelo mundo
Menina com marcas de mpox no rosto aguarda atendimento numa clínica na cidade de Munigi, no Congo: país africano é o mais atingido até o momento pelo surto da doença, que já é considerado pela OMS uma emergência global de saúde.
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Países africanos enfrentam surto grave da doença, que tem taxa de letalidade de até 10%. Num mundo conectado, evitar a transmissão da mpox tem sido um desafio.
A vigilância para a disseminação dessa versão mais grave da mpox é essencial, tendo em vista que muitos países não têm capacidade para realizar testes em larga escala. Portanto, teremos que confiar em “casos suspeitos”, com base em uma definição clínica, para acompanhar a epidemia.
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A Organização Mundial da Saúde declarou a mpox uma ameaça global à saúde em 2022 e 2024. Embora a maioria das infecções por mpox seja leve, algumas podem ser fatais, e os casos estão se espalhando na África.