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Trabalhadores com equipamentos de proteção na resposta ao recente surto de ebola na República Democrática do Congo: medidas como capacitação e retenção de profissionais de saúde e acesso a vacinas e insumos estão entre as lacunas na prevenção e combate. Photo by Michel Lunanga/Getty Images

Ebola: por que a África e o mundo continuam perigosamente despreparados para a próxima pandemia

Medidas descritas em relatório da OMS sobre a preparação para pandemias globais são de vital importância para o gerenciamento de surtos futuros
Um funcionário de saúde pública usa um termômetro para fazer a triagem de pessoas em frente ao Hospital Muçulmano de Kibuli, em Kampala, capital de Uganda, país vizinho ao Congo que também já começa a registrar novos casos de Ebola. Isso aumenta as preocupações, pois Kampala possui um aeroporto internacional com conexões para o mundo inteiro, e um fluxo intenso de migrantes e trabalhadores. Foto AP/Hajarah Nalwadda

Surto de Ebola no Congo é causado por cepa para a qual não há vacina aprovada e que dribla os testes rápidos

OMS declarou o mais alto nível de alerta sanitário, porque oo Bundibugyo ebolavirus, responsável pelo surto atual ainda não possui tratamento aprovado
Ainda em 2025, o presidente argentino, Javier Milei, posava com o secretário de Saúde dos EUA, Robert Kennedy Jr., segurando uma motosserra durante um encontro na Casa Rosada, em Buenos Aires, no início das conversações sobre a saída de ambos os países da OMS. Foto: Presidência da Argentina

Saída da Argentina da OMS expõe as implicações de uma abordagem meramente econômica da saúde

Com abordagens apenas econômicas, políticas de saúde tendem a ser formuladas isoladamente, com menor acesso a redes internacionais e à troca de informações sobre doenças, o que dificulta respostas rápidas em pandemias
Mesmo sendo referência mundial, é fundamental que governos e autoridades de saúde brasileiras repensem as estratégias de comunicação dirigidas aos grupos hesitantes ou resistentes à vacinação. AP Photo/Bruna Prado

Estudo mostra os fatores que movem a decisão de se tomar vacina no Brasil

Fatores como gênero, renda, religião e opiniões políticas influenciam diretamente na decisão de querer se vacinar ou não.
Uma das principais causas de dores incapacitantes durante a menstruação, a endometriose é o desenvolvimento fora do útero do tecido que reveste o interior do órgão. Imagem gerada por IA, via Envato

Como ampliar o diagnóstico precoce da endometriose, que atinge 10% das mulheres em idade reprodutiva

A endometriose afeta milhões de brasileiras, mas permanece envolta em silêncio, negligência e desinformação
Moradores da cidade de Tomali, no país africano de Malawi aguardam para receber doses da primeira vacina contra a malária desenvolvida no mundo, em 2019: até hoje, interesses econômicos das grandes indústrias farmacêuticas europeias que detém as patentes destes medicamentos impõem preços que inviabilizam sua distribuição em larga escala.

Malária: Quando a política e os interesses comerciais falam mais alto que a saúde na OMS

Apesar da existência de medicamentos eficazes e vacinas promissoras, o acesso a esses recursos é limitado por barreiras econômicas, burocráticas e geopolíticas que a Organização Mundial da Saúde não consegue superar
Pausa na disputa entre China e EUA busca conter os danos de uma guerra comercial que vinha afetando cadeias globais de suprimento, pressionando os preços e gerando incertezas nos mercados financeiros. Para países com economias dependentes de exportações, como o Brasil, o impacto é direto, mas desta vez os sinais são mais negativos do que positivos. AP Photo/Michael Probst

Trégua na guerra tarifária entre EUA e China traz novos desafios comerciais para o Brasil

Nova fase de negociações entre os dois gigantes comerciais impacta diretamente países dependentes de exportações. Mas, ao contrário do que ocorreu em fases anteriores da disputa, desta vez os sinais são mais negativos do que positivos
A vigilância para a disseminação dessa versão mais grave da mpox é essencial, tendo em vista que muitos países não têm capacidade para realizar testes em larga escala. Portanto, teremos que confiar em “casos suspeitos”, com base em uma definição clínica, para acompanhar a epidemia. Inkoly/Shutterstock

A OMS declarou a mpox uma emergência de saúde global. O que acontece agora?

O alerta da OMS desta semana não é para uma pandemia. As medidas que ela desencadeia são projetadas justamente para evitar que a varíola se torne uma.
O Ministro da Saúde do Brasil, Carlos Gadelha, fala em um debate sobre saúde e mudanças climáticas na Assembleia Mundial da Saúde: experiência brasileira com o SUS serviu de referência para relatório com orientações sobre participação social em políticas de saúde no mundo. Antoine Tardy / OMS

Brasil foi referência para a resolução sobre participação social na Assembleia Mundial de Saúde

Por seu histórico em participação social em políticas públicas no setor, especificamente no SUS, Brasil foi referência para o documento elaborado pela OMS durante o evento
Vanessa Carter, diretora executiva da força-tarefa de sobreviventes de RAM da OMS, durante sua participação na Assembleia Mundial da Saúde: ela é um símbolo da luta contra esse problema que cresce no mundo inteiro, e que o Brasil ainda enfrenta de forma tímida. Pierre Albouy / OMS

Resistência antimicrobiana: problema foi destaque na 77ª Assembleia Mundial da Saúde e é desafio crescente para o Brasil

Em 2019, 4,95 milhões de pessoas morreram com infecções associadas a bactérias multirresistentes, e 1,27 milhão morreram com infecções atribuídas a bactérias multirresistentes
O Diretor de Emergências de Saúde discursa durante a Assemblia Mundial da Saúde: um dos pontos mais controversos do encontro foi a definição do conceito de pandemia, até hoje ausente no Regulamento Sanitário Internacional. Pierre Albouy / OMS

Tratado sobre pandemias: Conheça as normas para combater crises sanitárias propostas pela Assembleia Mundial da Saúde

Pandemia de Covid demonstrou que muitos países não estavam preparados para crises, ainda que aparentassem possuir meios para enfrentá-las
Perda auditiva afeta 450 milhões der pessoas em todo mundo, e previsão é de que o número continue a aumentar: consequências na saúde física e mental, como maior risco de diabetes, câncer, demência e depressão. 9nong / Shutterstock

Perda de audição, um desafio de saúde pública de primeira grandeza

450 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de perda auditiva, um problema crescente que pode ter consequências muito graves para a saúde
Pesquisador no Laboratório de Tecnologia Imunológica da Fundação Bio-Manguinhos: uso de moléculas de mRNA permitiu o desenvolvimento de uma plataforma poderosa e versátil para produção de novas vacinas e remédios. Biomanguinhos/Divulgação

Projeto envolvendo tecnologia vencedora do Nobel põe Brasil na busca por equidade global na distribuição de vacinas

Pandemia de COVID-19 escancarou a desigualdade na distribuição de insumos médicos no mundo, o que levou OMS a lançar iniciativa que teve Bio-Manguinhos/Fiocruz entre selecionados.
A doença de Chagas e as leishmanioses afetam milhões de pessoas ao redor do mundo. Tratamentos são limitados e dolorosos. Poucos estudos sobre novos medicamentos chegam aos estudos clínicos. julia koblitz RlOAwXt fEA unsplash

Inovação nas universidades: a saída contra doenças negligenciadas

Tratamentos para doença de Chagas e leishmanioses são limitados e dolorosos. Novas iniciativas visam inserir universidades nacionais em redes internacionais de pesquisa e desenvolvimento

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