Articles on Genética

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Cientistas encontraram 1.260 marcadores genéticos associados aos traços dos chamados “Big Five” da personalidade, e apontam que entre 5% e 16% das diferenças na personalidade podem ser explicadas por variantes genéticas comuns. John M Lund / Getty Images

Grande estudo genético revela forte correlação entre DNA e traços de personalidade

Estudo com mais de 1 milhão de pessoas identificou influências genéticas nos cinco grandes traços que moldam nossa personalidade
O DSM-6 tentará integrar a neurobiologia à forma como os médicos diagnosticam e tratam os transtornos psiquiátricos: parte do desafio de encontrar um biomarcador para doenças mentais está na influência significativa do ambiente. rudall30/iStock via Getty Images Plus

Próxima edição da ‘Bíblia’ da psiquiatria vai usar pela primeira vez a biologia para entender transtornos mentais

Apesar dos avanços na neurociência, a biologia subjacente às doenças mentais continua um mistério
O exoma não pode continuar sendo tratado como o teto da investigação genética, mas sim como um degrau inicial. Reanalisar dados antigos e migrar para o sequenciamento do genoma completo são atitudes que devolvem às famílias a esperança e o direito a uma resposta. Imagem: Twist Bioscience / Divulgação

Sequenciamento do exoma: o exame genético que prometeu muito e não cumpriu

O exoma não pode continuar sendo tratado como o teto da investigação genética, mas sim como um degrau inicial. Reanalisar dados antigos e migrar para o sequenciamento do genoma completo são atitudes que devolvem às famílias a esperança e o direito a uma resposta
Não herdamos as memórias traumáticas de nossos antepassados, mas podemos receber alterações que influenciam nossa sensibilidade ao estresse, assim como também é real nossa capacidade de adaptação e de modificar os circuitos do medo. OlhaTsiplyar/Shutterstock

Herdamos os traumas de nossos pais? Não exatamente

A biologia oferece possibilidades, não condenações a um destino.
Técnica de fertilização in vitro por injeção intracitoplasmática de espermatozoides: para evitar o retorno e a permanência de ideias e práticas eugênicas, é preciso cuidarmos para que os benefícios das tecnologias de reprodução assistida e testes genéticos não permitam abrir espaço para práticas racistas ou de discriminação genética. Imagem: Wikimedia

Escolher características dos filhos é eugenia?

É preciso cuidarmos para que os benefícios das tecnologias de reprodução assistida e testes genéticos não permitam abrir espaço para práticas racistas ou de discriminação genética
Imagem meramente ilustrativa de células cancerígenas atacando cadeias de DNA: pesquisas inovadoras estão desenvolvendo proteínas híbridas para aumentar a especificidade e evitar efeitos colaterais de terapias oncológicas. Imagem: Envato

Mísseis moleculares: tratamento inovador poderá desativar genes do câncer sem atingir alvos saudáveis

Pesquisas desenvolvem proteínas híbridas para aumentar a especificidade e evitar efeitos colaterais de terapias oncológicas
Wesley, lateral esquerdo da Seleção Brasileira, momentos antes de se lesionar num treino e ficar fora da Copa de 2026: pesquisas demonstram que as diferenças no DNA podem aumentar ou reduzir a suscetibilidade genética de atletas para lesões. AP Photo/Silvia Izquierdo

Estudos mostram que a genética pode influenciar lesões em atletas

As lesões esportivas não dependem apenas do treinamento, da técnica ou de fatores ambientais. A genética também influencia como o organismo responde ao esforço físico, à dor, à inflamação e à recuperação de lesões
Reprodução assexuada torna populações mais vulneráveis à extinção, mas fenômenos como conversão gênica e cromossomos “extras” permitem que algumas sobrevivam há muito tempo. LifeonWhite/sketchify/EllesRijsdijk/MikhailRudenko/rockptarmigan/Nigel Marsh/KenGriffiths(Canva); GriffinGillespie x2 (Shutterstock)

Lagartos assexuados, nascimentos virginais e clones: as espécies exclusivamente femininas do reino animal

Proporção de mulheres na população humana é de aproximadamente 50%, mas com muitas espécies de animais, de peixes a répteis e pássaros, ela chega a 100%
Estimativas globais apontam que os erros inatos da imunidade - doenças raras que afetam o sistema imunológico e podem levar a imunodeficiência e doenças autoimunes, entre outros problemas - variam entre um caso a cada mil nascimentos e um caso em cada cinco mil pessoas. Eles podem ser identificados por tecnologias de ponta que, no Brasil, quase sempre só estão disponíveis nos grandes centros. Imagem: Freepik

Acesso a diagnóstico e tratamento de doenças genéticas que afetam a imunidade ainda é desigual no Brasil

Erros inatos da imunidade - doenças raras que afetam o sistema imunológico e podem levar a imunodeficiência e doenças autoimunes, entre outros problemas - podem ser identificados por tecnologias de ponta que quase sempre só estão disponíveis nos grandes centros
O Atlas Tumoral da População Brasileira é um projeto inovador do Instituto Nacional do Câncer (INCA) para diagnóstico, tratamento e prognóstico de uma população miscigenada como a nossa. Imagem: Freepik

Atlas Tumoral: projeto do INCA impulsiona pesquisa sobre o câncer ao melhorar dados genômicos da população brasileira

Ao estruturar uma plataforma nacional de dados, o Atlas busca criar as bases para uma nova geração de estudos sobre câncer no país
Tiffany Abreu, primeira atleta trans do Brasil a atuar na Superliga Feminina de Vôlei Brasileira, com autorização da Federação Internacional de Voleibol: uma possível vaga de atletas como Tiffany nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028, agora está ameaçada. A questão imposta pelo COI é complexa e ainda não existe um consenso no meio científico.

O que a Ciência diz sobre a obrigação de testes genéticos para atletas mulheres nos Jogos Olímpicos

Decisão do Comitê Olímpico Internacional (COI) partiu de Kirsty Coventry, a primeira mulher na história a presidir a entidade
Estudo recente identificou maior influência da chamada “herdabilidade”, que acompanhou melhorias na qualidade de vida da população em geral: quando a variação ambiental diminui, a proporção da variação restante atribuída à genética aumenta por necessidade matemática. buritora/Shutterstock.com

Saiba porque seus genes parecem ser mais importantes para sua longevidade hoje do que seriam há um século

Entenda por que o proporção que os cientistas se referem à influência genética na expectativa de vida parece ter dobrado
Na Uerj, foram estudados 116 pacientes com esclerose múltipla. A ideia foi compreender por que o medicamento indicado para a doença pode funcionar muito bem para algumas pessoas, ter pouco efeito em outras ou até causar efeitos indesejáveis. Imagem: Drazen Zigic/Freepik

Esclerose múltipla: estudo pioneiro usa genética para entender a resposta de pacientes aos medicamentos

Estudo de pesquisadores da Uerj trouxe avanços que podem ajudar não apenas a prever quem responderá melhor ao tratamento contra a doença, mas também a ajustar doses e estratégias terapêuticas
Nos símbolos universais do autismo, a evolução sobre a compreensão do transtorno: o mais antigo, um quebra-cabeça, sinaliza a dificuldade da sociedade de compreender as pessoas do espectro. Depois, a fita da conscientização, criado em 1999, que representa a diversidade e a inclusão dos autistas na sociedade. Por fim, o símbolo do infinito, elaborado pela própria comunidade autista, que expressa a esperança e o potencial de crescimento das pessoas com TEA. Reprodução / Internet

Neurociência e estudos de biologia evolutiva indicam: autismo pode ser o próximo passo da evolução humana

Pesquisas apontam que o aumento do percentual de indivíduos com capacidades excepcionais de sistematização e reconhecimento de padrões sugere que o futuro da organização social humana poderá ser profundamente influenciado pela neurodivergência
Genoma reconstruído de Luca, o último ancestral comum de toda vida na Terra, indica que ele viveu apenas 290 milhões de anos após o impacto que formou a Lua, o que pode ter sido um período muito curto para que ele e todos seus contemporâneos tenham evoluído em nosso planeta. Nasa / JPL-Caltech

Somos todos marcianos? A intrigante hipótese de que a vida na Terra começou no planeta vermelho

Marte pode ter sido hospitaleiro para a vida no início de sua história, o organismos que lá surgiram podem ter viajado em meteoritos para nosso planeta
Somos muito mais do que o DNA que herdamos. A nutrição, o microbioma e a epigenética formam um tripé fundamental para entender a saúde humana no século XXI. Imagem: Freepik

Nutrição, microbioma e epigenética: como as nossas escolhas moldam nossa saúde ao longo da vida

Como numa orquestra onde os genes são os instrumentos e a epigenética é o maestro, as condições externas também influenciam a performance: alimentação, emoções, ambiente, vínculos sociais, atividade física e até o estresse do dia a dia contam tanto quanto o DNA para o desenvolvimento ou não de doenças
A cor dos olhos depende da melanina: a variação da concentração do pigmento define as diferentes matizes. Mas a percepção que temos dos olhos dos outros também é influenciada por outros fatores, como o tom da luz do ambiente, as roupas e o tamanho da pupila. Foto: Rawpixel / Envato

Negros, castanhos, azuis, verdes e até bicolores: conheça a ciência que determina a cor dos nossos olhos

A melanina, pigmento que também define a cor da pele, é igualmente encontrado na íris e define a percepção que temos da cor dos olhos
Usar o SRY para estabelecer o sexo biológico é errado porque tudo o que ele diz é se o gene está presente ou não. Ele não informa como o SRY está funcionando, se um testículo se formou, se a testosterona é produzida e, em caso afirmativo, se ela pode ser usada pelo corpo. AP Photo/Abbie Parr

Teste genético obrigatório para mulheres nas competições de elite do atletismo internacional é equivocado

A World Athletics diz que seu teste genético para mulheres garante ‘a integridade do esporte feminino’ - mas a ciência não apoia essa ideia excessivamente simplista.

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