O Brasil reúne condições para desenvolver uma cultura de doação para a Ciência e a inovação, como já ocorre em diferentes partes do mundo. Para isso, é preciso aproximar o meio acadêmico da filantropia, profissionalizar a captação de recursos e produzir conhecimento sobre essa relação.
Marcos Santos / USP Imagens
O Brasil reúne condições para desenvolver uma cultura de doação para a Ciência e a inovação, como já ocorre em diferentes partes do mundo. Para isso, é preciso aproximar o meio acadêmico da filantropia, profissionalizar a captação de recursos e produzir conhecimento sobre essa relação
Lançamento do Programa Centelha no Sergipe, em 2025: exemplo de iniciativas nacionais de fomento a projetos de ciência e tecnologia que correm o risco de ficarem prejudicadas se forem classificadas como subsídio, numa simplificação perigosa que pode inviabilizar o impulsionamento da inovação no Brasil.
Foto: Thiago Santos
Por que o fomento à Ciência e Tecnologia não deve ser visto apenas como um custo fiscal. Não se trata de ignorar a necessidade de controle, mas sim sofisticar a forma como o investimento em CT&I é avaliado
Na realidade, o paradoxo do ‘socialista de iPhone’ reside no capitalista que usa produtos profundamente financiados, concebidos e viabilizados pelo Estado, enquanto nega o papel crucial do setor público ao longo de toda a cadeia de inovação.
Imagem: Reprodução / Sazzle Brasil