Especialistas em paleontologia e meteoritos fazem um relato detalhado do evento catastrófico que provocou mudanças instantâneas em nosso planeta e em sua atmosfera e acabou com cerca da metade de todas as espécies que viviam em nosso planeta.
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Uma semana após o impacto do asteroide, a vegetação em decomposição, a fumaça e o enxofre transformam o planeta em um lugar infernal e fétido
A grande extinção do fim do Cretáceo, que exterminou os dinossauros, ocorreu há cerca de 66 milhões de anos e talvez tenha sido a única que tenha afetado de maneira mais sincronizada a vida em terra e nos oceanos.
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Alguns especialistas argumentam que a vida em terra firme nunca de fato sofreu uma extinção em massa, ao contrário do que aconteceu com a vida marinha.
Uma samambaia no Royal Botanic Garden de Sydney, Austrália: espécies substituíram outras que foram extintas, mas levou milhões de anos para florestas verdejantes voltarem a se estabelecer.
Marcos Amores
Um mergulho profundo no passado distante da Terra mostra como a vida lutou para se recuperar muito depois do pior evento de aquecimento global de todos os tempos.
Um cavalo marinho do Mediterrâneo (Hippocampus guttulatus): fenômeno há cerca de 5 milhões de anos levou ao isolamento e secou o Mediterrâneo, destruindo seus ecossistemas e eliminando quase todas as espécies de animais que habitavam o mar.
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Há cerca de 5 milhões de anos, o Mediterrâneo foi isolado do resto do oceano e a maior parte de suas águas evaporou, causando uma mudança drástica em sua biodiversidade.
Perda maciça de vida de insetos demonstra que podemos estar nos aproximando cada vez mais da sexta extinção em massa na Terra.
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As contagens de insetos que atingem veículos em diferentes partes do mundo mostram uma redução de pelo menos 64% nas últimas décadas. Estamos indo mais rápido ou simplesmente há muito menos deles?