Durante s Cúpula do BRICS no Rio, ocorrerá também a décima reunião anual do Novo Banco de Desenvolvimento, sob a presidência de Dilma Roussef: banco vem ampliando parcerias com bancos no Brasil para impulsionar o financiamento verde com custos reduzidos e melhores condições às economias emergentes.
Foto: Gabriela Biló/Folhapress
Com Dilma Roussef, o NDB ampliou seus membros e estabeleceu parcerias com bancos no Brasil, para impulsionar o financiamento verde com custos reduzidos e melhores condições às economias emergentes e aos países em desenvolvimento
A ex-presidente do Brasil Dilma Roussef, atual presidente do Banco do BRICS em seu segundo mandato: as operações do NDB incluem as áreas de energia limpa e eficiência energética, infraestrutura de transporte, água e saneamento, proteção ambiental, infraestrutura social e infraestrutura digital.
Anton Vaganov / AP Photo
Até 2026, 40% de todos os financiamentos do NDB serão direcionados a projetos relacionados às mudanças climáticas, incluindo operações que contribuam para a transição energética
Reeleita para a presidência do Novo Banco do Desenvolvimento (NDB) até 2030, Dilma terá a chance de fortalecer estratégia de aumento da autonomia financeira dos países-membros do BRICS.
Reuters/Folhapress
Reeleita para a presidência do Novo Banco do Desenvolvimento (NDB) até 2030, Dilma terá a chance de fortalecer estratégia de aumento da autonomia financeira dos países-membros do BRICS