Articles on conhecimento ancestral

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A fabricação de medicamentos tradicionais do povo Kumaruara, do Baixo Tapajós, envolve um sistema de conhecimento ancestral transmitido de forma oral, como aconteceu com a majé. Hoje com 78, Suzete começou a fabricar remédios naturais e trabalhar pela saúde de sua aldeia aos 11 anos de idade. Foto: Leonardo Milano / Midia Ninja

Saúde: nas mãos da Majé Suzete, a sabedoria ancestral de tratamento, prevenção e cura dos Kumaruara

Nos territórios indígenas, a fabricação de medicamentos tradicionais e os tratamentos de saúde envolvem um sistema de conhecimento ancestral transmitido de forma oral
Ativistas indígenas participam de um protesto climático durante a Cúpula Climática da ONU COP30, em Belém. A maneira como as populações indígenas e tradicionais amazônicas lidam com a biodiversidade está inseparavelmente ligada às suas cosmo-ecologias, que concebem uma floresta animada por seres espirituais, nos permitindo compreender outros modos de se relacionar no ambiente. AP Photo/Andre Penner

A ecologia dos espíritos e a conservação da biodiversidade na Amazônia

A existência de entes espirituais nos ecossistemas e suas relações com a Amazônia ainda é uma lacuna nos estudos biológicos e antropológicos sobre criação e conservação da biodiversidade na região
Moradores da comunidade quilombola do Tambor, no Rio Jaú, Amazonas: o conceito de Amazônia Preta engloba um território de confluência onde se encontram negros, indígenas, brancos e mestiços aquilombados, unidos pela consciência coletiva de que onde os povos afrodescendentes cuidam da terra, a floresta resiste e permanece de pé - uma constatação já publicada até em artigo na revista Nature. Foto: Elaíze Farias / Amazônia Real

Amazônia Preta: quando ciência e ancestralidade se encontram nas comunidades quilombolas

Projetos de pesquisa com quilombos da Amazônia mostram como essas comunidades são guardiãs da biodiversidade e do conhecimento ecológico
As comunidades ribeirinhas são vistas como fonte de turismo ou de comércio de produtos típicos, como o açaí, mas as populações locais não participam das tomadas de decisão sobre os territórios. Foto disponibilizada pelo autor

Depoimento: Como ciência e ancestralidade se aliam na pesquisa antropológica sobre os ribeirinhos da Amazônia

Depoimento de um ribeirinho e mestrando em Antropologia mostra como o olhar do pesquisador e o conhecimento tradicional podem se unir na busca de soluções para os problemas ambientais da Amazônia
Cerimônia de lançamento do projeto Ciência e Vozes da Amazônia na COP 30, iniciativa da Universidade Federal do Pará (UFPA) que visa consolidar e divulgar ações científicas e socioambientais desenvolvidas pela comunidade da região. Divulgação UFPA

Participação de cientistas e povos da floresta é oportunidade única de protagonismo do conhecimento amazônico na COP 30

Apesar do profundo conhecimento das comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhos sobre a Amazônia, suas vozes e perspectivas são frequentemente negligenciadas nos debates globais sobre a região. COP 30 é chance de mudar essa realidade
As comunidades tradicionais contribuem para o manejo sustentável, práticas culturais, restauração de habitats, monitoramento comunitário e educação ambiental. Autores

Guardiãs da Biodiversidade: conhecimento ancestral e práticas sustentáveis mostram que as soluções para a perda de biodiversidade estão mais próximas do que imaginamos

Práticas culturais das comunidades tradicionais oferecem lições valiosas para a conservação ambiental. Somente ao valorizar as ações dessas comunidades será possível combater o neocolonialismo na ciência.

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