Tratamento contra o câncer que mais mata no mundo migrou dos recursos tradicionais para uma combinação personalizada de biologia molecular, inteligência de dados e escolhas terapêuticas cada vez mais refinadas.
Ilustração: Willamette Valley Cancer Institute
Tratamento migrou dos recursos tradicionais para uma combinação personalizada de biologia molecular, inteligência de dados e escolhas terapêuticas cada vez mais refinadas
Paciente em tratamento no Hospital Haroldo Juaçaba, em Fortaleza: pesquisa apresentada no 14º Fórum Nacional Oncoguia evidenciou, entre outros resultados, a desigualdade regional em relação à disponibilidade de terapias contra o câncer pelo SUS.
Jarbas Oliveira (F)/Folhapress
A maioria dos hospitais que tratam o câncer de pulmão pelo SUS não oferece tratamentos já aprovados pela Comissão Brasileira de Avaliação de Tecnologias (Conitec) e por agências internacionais
Imagens de um pulmão com pontos de câncer durante exame: nesta especialidade em particular, os avanços nos tratamentos de precisão são auspiciosos. Porém, detectar a doença precocemente ainda é um desafio imenso a ser superado.
AP Photo/Andy Wong
Carlos Gil Ferreira, Instituto Oncoclínicas de Ensino, Pesquisa e Educação Médica Continuada
Na medicina de precisão, novos tratamentos conhecidos como “terapia-alvo” alteram os genes das células cancerosas fazendo-as pararem de crescer e se multiplicar