Atiradores disfarçados flagrados por câmera de segurança no momento em que atiravam contra a ex-mulher de Fernando Cerimedo, na Bolívia: atuação do ex-estrategista político que tinha relações com Milei, Bolsonaro e outros políticos ultra conservadores revela que a rede de projetos da extrema-direita na América Latina não é apenas ideológica, mas sobretudo comercial.
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Com atuação nas campanhas de Milei, Bolsonaro e outros expoentes de extrema-direita latino-americanos, Cerimedo operou redes de contas falsas e explorou algoritmos para disseminar narrativas falsas e influenciar eleições
O presidente Rodrigo Paz, em entrevista coletiva no dia 20 de maio de 2026: de político moderado e de consenso, Paz tornou-se rapidamente um governante sustentado pelos interesses da extrema-direita internacional. Nesse fenômeno reside a origem da crise econômica e dos protestos que tomam conta do país.
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Clayton Cunha Filho, Universidade Federal do Ceará (UFC); Associação Brasileira de Ciência Política (ABCP) and Débora Thomé, Fundação Getulio Vargas (FGV); Associação Brasileira de Ciência Política (ABCP)
Ninguém se arrisca a prever o desfecho da situação no país. O que se sabe é o presidente Rodrigo Paz não renunciará por vontade própria, pois as elites que chegaram ao poder com ele têm muito a perder
Representantes de movimentos sociais e trabalhadores enfrentam a polícia nas ruas de La Paz: falta de soberania sobre recursos naturais, inequidade no ajuste fiscal e nebulosidade nas alianças geopolíticas são questões sobre as quais o Brasil precisa ficar cada vez mais atento.
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A assimetria econômica boliviana — mais sacrifício para os pobres, mais alívio para os ricos — é um padrão recorrente na América Latina, que o país andino atualiza com nitidez perturbadora
Caminhões trafegam na Transamazônica: O futuro das economias florestais da região não está em pavimentar mais a floresta tropical. Está em investimentos mais inteligentes e direcionados que trabalhem com a floresta, e não contra ela.
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Pesquisa que comparou desenvolvimento de três regiões amazônicas mostra que as novas estradas geralmente servem para atividades mais lucrativas - e destrutivas - como a criação de gado e a mineração
Doutora em Ciência Política pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e pós-doutoranda no Centro de Estudos em Política e Economia do Setor Publico, Fundação Getulio Vargas (FGV); Associação Brasileira de Ciência Política (ABCP)