Ulysses Paulino de Albuquerque (à esqueda) e Rodrigo Felipe Rodrigeus do Carmo: dois professores universitários, homens pretos forjados em trajetórias distintas de resistência em suas experiências de vida como acadêmicos no Brasil: “Romper o paradigma da colonização mental é um passo fundamental para uma prática verdadeiramente antirracista, sobretudo em espaços historicamente forjados pelo elitismo — como é o caso da universidade”, afirmam.
Montagem com foto de Bruno Dias e imagem de acervo pessoal.
Políticas afirmativas como o sistema de cotas são fundamentais, mas não bastam: é preciso ampliar as vozes da população preta na produção e circulação do conhecimento científico
“The Dying Tecumseh” (Tecumseh moribundo), uma escultura de mármore no Smithsonian American Art Museum, retrata o líder Shawnee em uma perspectiva heroica.
Frederick Pettrich, Smithsonian American Art Museum
Uma ordem executiva de Trump critica a ideia de que raça é uma invenção humana. Mas é exatamente isso que a ciência moderna apoia.
Segundo o autor, a essência do projeto de categorização de cores da humanidade era estabelecer a hierarquia racial como parte de uma tentativa de defender o racismo científico e justificar a escravidão, a opressão colonial e a exploração.
Ipsumpix/Corbis Historical/Getty Images