Depósito de plástico no Quênia: Com a demanda triplicada nos últimos 30 anos, alavancada pelo lobby da indústria fóssil, o plástico contamina principalmente países com regulações e/ou capacidades institucionais mais fracas.
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Estudo brasileiro começou a destacar o papel dos grandes portos marítimos no rastreamento e controle do excesso de plástico que se espalha pelo mundo, apoiado pelo lobby do petróleo
A sexta rodada de negociações na ONU, que desde 2022 discute a criação de um tratado vinculante que limite a poluição plástica no mundo, ocorreu em agosto de 2025 e terminou em fracasso, evidenciando a supremacia dos interesses da indústria petroquímica mundial. No encontro, a delegação brasileira oscilou entre apoiar medidas de controle mais rígidas e defender a competitividade da indústria local. Foto: Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP)
O setor petroquímico nacional gera empregos e superávit da balança comercial. Essa dualidade coloca o Brasil diante da escolha entre liderar uma agenda global para limitar a produção de plásticos ou alinhar-se ao grupo que prioriza ganhos econômicos imediatos.
Continente mais remoto, inóspito e intocado do mundo não está livre da poluição marinha, e junto com os plásticos vêm colônias de bactérias que podem afetar a vida no oceano e fora dele, permitindo que patógenos potencialmente prejudiciais se espalhem.
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Estudo com esponjas marinhas identificou bactérias capazes de degradar componentes do plástico, o que aponta para um possível mas ainda distante caminho para a solução do problema do plástico nos oceanos
Os plásticos tradicionais, que não se degradam naturalmente e são difíceis de reciclar, ainda dominam o mercado e prejudicam seriamente toda a cadeia ambiental. Mas esse cenário pode começar a mudar.
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Os polihidroxialcanoatos podem ser obtidos de fontes biológicas, mas o mais importante é que estamos descobrindo como eles podem ser reciclados… várias vezes.