O Brasil tem uma megabiodiversidade, e um potencial imenso de desenvolvimento de medicamentos extraídos da natureza, especialmente os fitoterápicos, a partir de estudos científicos. Ainda assim, a capacidade da nossa indústria farmacêutica de transformar fórmulas comprovadamente eficientes em produtos disponíveis no mercado segue muito limitada.
Imagem: Karola Pexels
João Batista Calixto, CIEnP (Centro de Inovação e Ensaios Pré-Clínicos); Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
O Brasil é uma das potências mundiais em biodiversidade e possui uma longa tradição de uso de plantas medicinais. Mas não consegue transformar esse potencial em patentes e medicamentos para sociedad
Com raízes históricas que remontam o século XV, a lógica do sistema de patentes permanece essencialmente a mesma até hoje: o inventor revela como sua invenção funciona e, em contrapartida, recebe o direito exclusivo de explorá-la comercialmente por um período determinado. Trata-se, portanto, de um equilíbrio entre incentivo à inovação e acesso ao conhecimento.
Imagem gerada por IA, via Envato Labs
Daniela Uziel, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) and Diego Allonso, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
As raízes históricas, a evolução do sistema e os mecanismos legais que atualmente garantem apropriedade intelectual de invenções, produtos, obras e ideias
Ver com as mãos é possível: sistema de linguagem tátil desenvolvido na Universidade Federal do Paraná (UFPR) permite identificar cores com as mãos e, assim, colorir o mundo de mais gente.
Ilustração: Lucas Higashi
Interseção entre arte, ciência e empatia, método foi patenteado pela universidade e já começa a ser usado em escolas de vários pontos do país
TACO (“Trump Always Chicken’s Out”), TOFU (“Trump Occasionally Follows up”, Trump às vezes cumpre o que diz) e FAFO (“Fuck Around and Find Out”, Faça merda e descubra o que você fez) estão entre as siglas que criticam a politica errática de Trump, ela própria resumida pela sigla MAGA (“Make America Great Again”)
AP Photo/Luiz Nova
Pesquisador em Direito Biomédico e propriedade intelectual de medicamentos e Professor titular da Escola de Ciências Jurídicas, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)