Resultado de uma combinação de fatores que envolve o peso das expectativas, o medo do fracasso, o isolamento, o bullying e a sensação de não pertencimento em um mundo que cobra performance constante, o suicídio hoje é a terceira principal causa de morte de adolescentes entre 10 e 19 anos. Quase 77% ocorrem em países de renda baixa e média.
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O suicídio costuma ser resultado de uma combinação de fatores emocionais, sociais e ambientais: o peso das expectativas, o medo do fracasso, o isolamento, o bullying, ou mesmo a sensação de não pertencimento em um mundo que cobra performance constante
Hoje, transplantes legítimos de órgãos e tecidos são usados para salvar vidas quando um órgão vital falha completamente. No entanto, essa terapia ainda apresenta riscos importantes. É certo que os transplantes salvam vidas, mas eles não podem reiniciá-las.
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Vladimir Putin afirma que os transplantes de órgãos podem nos fazer viver até os 150 anos. Mas mesmo os órgãos saudáveis falham com o tempo – o envelhecimento não pode ser corrigido com peças de reposição
Compreendendo a relevância de contar com jovens nas discussões das COPs, a ONU estabeleceu, desde a COP 26, a figura dos ‘Youth Climate Champions", escolhida através de inscrições e entrevistas. E nesta COP 30, a vencedora foi Marcele Oliveira (foto) produtora cultural carioca que dirige o Perifalab, rede de criação de de lideranças periféricas, vinculada ao Instituto Clima e Sociedade.
Foto: Instituto Clima e Sociedade
Herdeiros dos problemas gerados pelas mudanças climáticas e extremamente ativos nas redes sociais, jovens podem ajudar a mudar o futuro, mas muitos sofrem com exaustão e e umnovo fenômeno chamado de ecoansiedade
“Parte essencial da crise global de saúde mental entre menores de idade”: é dessa forma que os estudos mais recentes indicam a gravidade da dependência de celulares e redes sociais apresentadas pelas novas gerações. Pela primeira vez, os registros de ansiedade entre crianças e jovens superaram os de adultos.
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Cientistas alertam que o uso descontrolado de smartphones e de redes sociais tem afetado a saúde mental dos jovens, criando uma “geração ansiosa” e um cenário cada vez mais grave e com características de epidemia
Professora Associada no Departamento de Cognição e Desenvolvimento, no Instituto de Psicologia e no Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social (mestrado e doutorado), Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)