Em Buenos Aires, um boneco de Javier Milei foi levado por ativistas para uma manifestação contra o governo em frente à Casa Rosada nesta segunda-feira, 24 de março, dia em que a Argentina relembrou os 49 anos do início de um período de exceção que mergulhou o país numa crise econômica da qual até hoje parece não ter saído. E que parece se agravar com o governo de austeridade extrema do atual presidente.
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Descontentamento da população, especialmente com relação a aposentadorias e dívida externa, poderá agravar cenário social do país, com implicações no comércio bilateral e na estabilidade regional
Escolha do presidente da Argentina como Economista do Ano pela Ordem dos Economista do Brasil gerou insatisfação: no Conselho Federal de Economia (Cofecon) e na Associação Brasileira de Economistas pela Democracia (Abed)
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Escolha do presidente da Argentina como Economista do Ano pela Ordem dos Economista do Brasil gerou insatisfação: no Conselho Federal de Economia (Cofecon) e na Associação Brasileira de Economistas pela Democracia (Abed)
Aprofundamento das divisões sociais, enfraquecimento das instituições democráticas e impactos econômicos controversos estão entre as marcas dos primeiros 12 meses de governo de Javier Milei.
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De perfil excêntrico e defensor ferrenho do libertarianismo, presidente argentino comanda uma política marcada pelo enfraquecimento da instituições democráticas e com impactos econômicos controversos
Apreensão máxima: tudo indica que a eleição presidencial americana esse ano será disputada novamente entre o presidente Joe Biden e o ex-presidente Donald Trump, que corre o risco de ser preso.
ALEX BRANDON (esquerda) e JOHN LOCHER (direita)/ AP
Acirramento de tensões e guerras, eleições norte-americanas, avanço da extrema direita, rearranjos geopolíticos e maior participação brasileira no cenário internacional: o que nos aguarda em 2024
Facismo pop: A eleição de Javier Milei representa uma derrota histórica para a democracia argentina. Combinação de ilusão e tragédia para os mais pobres, e revés estratégico para os setores progressistas da América Latina.
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Por que Javier Milei tornou-se a válvula de escape para uma população exaurida por anos de sobressaltos econômicos sem fim.
Milei discursa em seu comitê de campanha logo após sua vitória na eleição de domingo: expectativa de que o radical presidente eleito seja moderado pode não se concretizar.
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Milei ganhou em 20 das 23 províncias do país. Cansados por mais de uma década de estagnação econômica, argentinos escolheram ultraliberal radical, que precisará se articular sem perder sua legitimidade “antissistema”
Na campanha eleitoral acirrada que toma as ruas da Argentina, o caráter explosivo e as promessas disruptivas de Javier Milei contrastam com a moderação de centro-esquerda de Sergio Massa na disputa pela presidência de um país em profunda crise econômica.
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O caráter explosivo e as promessas disruptivas de Javier Milei contrastam com a moderação de centro-esquerda de Sergio Massa na disputa pela presidência de um país em profunda crise econômica.
Vitória do anarco-capitalista Javier Milei sobre o peronista Sergio Massa na Argentina simboliza a ascensão de um fenômeno político enraizado no conservadorismo.
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Fenômeno eleitoral na Argentina reflete mobilização política causada pelo descontentamento dos “esquecidos pela globalização”, fenômeno que se espalha pela América Latina e pelo mundo