Proibição de casas de repouso em um bairro nobre de São Paulo, apoiada pela prefeitura, ganhou repercussão nacional devido à violência das declarações de vizinhos contra pessoas idosas, doentes e até mortas. Os moradores estão preocupados com a descaracterização do bairro e a “desvalorização” dos seus imóveis, e o caso mostra a necessidade de se estabelecer as fronteiras das terminologias “etarismo” e “idadismo” como forma de ação contra este tipo de violência.
Folhapress / Aloisio Maurício
Autor argumenta que os termos “etarismo” e “idadismo” mais retiram a força política do neologismo em inglês “ageism” do que ajudam a combater o preconceito e a violência contra a pessoa idosa
O maior obstáculo à aceitação da cannabis como ferramenta terapêutica no envelhecimento cerebral talvez não seja científico, mas cultural. O receio de “ficar chapado” afasta muitos pacientes e até mesmo profissionais de saúde. Mas microdoses da substância podem escapar da zona de psicoatividade e, ainda assim, entregar benefícios.
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Estudo brasileiro que investigou os efeitos de microdoses de extrato de cannabis em pacientes com Alzheimer leve mostrou que talvez o futuro da cannabis medicinal esteja nas doses invisíveis, e não nos efeitos psicoativos que ainda assustam pacientes e médicos
Morador de rua em Miami: empobrecimento das pessoas idosas nos EUA vai se agravar devido à atuação do presidente Donald Trump. Seu rompimento unilateral com a OTAN, que obrigará tanto os EUA quanto a Europa a investirem ainda mais em segurança, é uma das causas.
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Além das novas gerações terem poucas chances de reproduzir o status financeiro e o bem-estar das gerações anteriores, seus pais e avós estão empobrecendo e com menos condições de promover uma transferência intergeracional de renda
A resiliência ao estresse é importante quando se trata de longevidade.
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Mesmo que você ganhe o “prêmio genético” e siga um bom estilo de vida, ainda assim terá muita sorte se conseguir viver tanto quanto a pessoa mais velha do mundo.
Nascido há 106 anos em Cachoeira de Minas, José Bernardo da Silva talvez seja a pessoa mais velha a trabalhar com carteira assinada no Brasil. Ele foi um dos voluntários do estudo da USP que mostrou que certas pessoas possuem genes capazes de atuar contra os efeitos do envelhecimento.
Magson Gomes/Terra do Mandu
Estudo de laboratório de genética da USP mostra que “genes protetores”, que atuam contra os efeitos nocivos do envelhecimento, podem tornar-se mais influentes em algumas pessoas, à medida que as pessoas envelhecem.
Para reduzir custos, cada vez mais os planos de saúde dão as costas a clientes mais velhos ou em situação de vulnerabilidade, expondo a necessidade urgente de mudanças regulatórias no setor.
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Casos de cancelamento unilateral de planos de saúde aumentaram exponencialmente, quase sempre em prejuízo dos clientes mais idosos. A prática, claramente abusiva e ilegal, conta com um aliado: a omissão da ANS.
Mudanças de comportamento como apatia, falta de controle dos impulsos ou comportamento socialmente inadequado podem indicar risco de demência em pessoas com mais de 50 anos.
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A demência não se manifesta apenas como um problema de memória. As pessoas com demência também podem ter problemas de aprendizado, compreensão e julgamento, mas também podem apresentar mudanças de comportamento.
O Brasil tem hoje 33,4 milhões de idosos. Mais de 15% da população. E junto com o envelhecimento, cresce também o endividamento nessa faixa etária, face a um sistema previdenciário pouco eficiente
Geneticista e coordenadora do Laboratório de Doenças Neuromusculares e Centro de Estudos do Genoma Humano e Células Tronco, Universidade de São Paulo (USP)