Campo de soja avança sobre a floresta nativa, próximo à rodovia Curuá-Una, no Baixo Tapajós, oeste do Pará: estudo realizado pelo autor mostra que o glifosato - herbicida amplamente utilizado nas plantações - produz uma forma lenta de violência química que asfixia pessoas, ecossistemas e modos de vida. Isso força comunidades ribeirinhas a partirem e abre espaço para que a soja avance, causando danos também aos indígenas e quilombolas.
Foto: Bruno Kelly
Fábio Zuker, Instituto Pensi/Fundação José Luiz Setúbal (FJLS)
Estudo sustenta que o uso do glifosato produz uma forma lenta de violência química que asfixia pessoas, ecossistemas e modos de vida. Essa violência força comunidades ribeirinhas a partirem e abre espaço para que a soja avance.
Estudo de caso revelou a dinâmica de exploração sexual de meninas e meninos por homens que frequentam um bar próximo a uma casa de acolhimento. Sexo em troca de drogas e bebidas não é visto pelas vítimas como prostituição, e essa percepção preocupa os pesquisadores.
Marlene Bergamo/Folhapress
Estudo investigou caso em que meninas e meninos em situação de vulnerabilidade praticam sexo por drogas ou bebidas, mas não consideram a atividade prostituição
Dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) mostram que, globalmente, 13,2% de tudo o que sai do campo se perde logo após a colheita. A região da América Latina e Caribe, que abriga 9% da população mundial, representa 20% das perdas globais.
FOTO: FAO/ONU
Ainda que o Brasil tenha saído do Mapa da Fome em 2025, no triênio 2022-2024 somos cerca de 28,5 milhões de brasileiros vivendo em domicílios com insegurança alimentar moderada ou grave
Pesquisadora principal do Laboratório de Estratégia, Governança e Filantropia para Transições Sustentáveis, Instituto Pensi/Fundação José Luiz Setúbal (FJLS)
Professora Titular do Departamento de Ciências Sociais e do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (EFLCH), Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (EFLCH), Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)