A Amazônia é um centro de relevância global, mas essa importância não se reflete nos recursos de pesquisa recebidos por pesquisadores da região.
Foto Vieira, L.
Redes colaborativas e pesquisa de síntese fortalecem a ciência amazônica, reduzem desigualdades regionais e ampliam a capacidade de enfrentar os desafios ambientais da região
Fachada da sede da Fapesp: bolsas oferecem um “espaço protegido” para a dedicação à pesquisa. Com esse financiamento, os pesquisadores aprendem a desenvolver agendas de longo prazo e aprimoram a gestão de seus trabalhos, o que tende a aumentar a produtividade e a remuneração.
Imagem: Divulgação / Fapesp
Estudo evidencia que as bolsas da FAPESP tiveram, em média, impacto positivo de 4,5% no salário-hora de ex-bolsistas.
Um esqueleto de dinossauro Gorgosaurus, o primeiro que foi em leilão na Sotheby’s em Nova Iorque em julho de 2022: de lá para cá, outros fósseis atingiram preços de milhões, mas vendas a particulares ignoram necessidade de acesso público e perpétuo a estes registros da história profunda da Terra.
(AP Photo/Julia Nikhinson)
Fósseis de dinossauros estão sendo vendidos por milhões a colecionadores privados, mas são evidências científicas que precisam estar acessíveis para pesquisa e educação pública.
A bióloga e professora da UFRGS Fernanda Staniscuaski - autora deste artigo - e seus dois filhos: políticas inclusivas voltadas para mães na academia não só melhoram as condições de trabalho destas cientistas, mas também contribuem para a construção de um ambiente científico mais equitativo, diverso e sustentável.
Foto de Flávio Fontana Dutra
A maternidade não é obstáculo à excelência acadêmica, mas sim uma questão de estruturas institucionais e culturais inadequadas que precisam ser reformadas. Iniciativas recentes têm demonstrado como políticas inclusivas podem revolucionar este cenário