Enquanto discute grandes usinas e parques solares em escala industrial, o Brasil ignora o potencial de geração elétrica que já existe, disperso pelo território, esperando apenas ser reconhecido.
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Estruturas construídas para abastecimento e irrigação poderiam gerar eletricidade híbrida, mas seguem invisíveis ao planejamento energético nacional
Pesquisa da PUC-Rio aposta em ‘energy harvesting’ para ampliar capacidade de bateria e tempo de voo de drones que podem ser usados em diversos setores da economia, sem comprometer a capacidade de transporte de carga dos aparelhos.
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Pesquisa da PUC-Rio aposta em ‘energy harvesting’ para ampliar capacidade de bateria e tempo de voo, sem comprometer a capacidade de carga
Peso crescente: enquanto as tarifas não param de aumentar, a qualidade do serviço não para de cair. Falta de planejamento, expansão desordenada, variações hidrológicas, judicializações e distorções na formação de preços estão entre as causas facilmente identificáveis. Difícil é achar uma solução.
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Clarice Ferraz, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Trajetória de alta das tarifas de energia, historicamente relacionada a problemas estruturais e questões institucionais do setor, agora é impactada também pelos efeitos das mudanças climáticas e tecnológicas
A Usina Termelétrica Presidente Médici Candiota III, da Eletrobras, localizada em Porto Alegre, a 900 quilômetros de Itaipu, segunda maior usina hidrelétrica do mundo. Na geração de energia, Brasil segue dividido entre pioneirismo e atraso.
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A eficiência na geração elétrica não é mais uma escolha técnica. É uma prioridade estratégica diante da crise climática global, das pressões econômicas e das demandas por justiça social. E o Brasil precisa se posicionar