“Sei mais das florestas do que da minha mãe”: Thamyres Sabrina Gonçalves especializou-se no estudo da história ancestral do ecossistema em que nasceu e foi criada - os Capões de mata, ilhas de Mata Atlântica no meio do Cerrado. Ela relata a tristeza de sentir na pele a destruição cada vez mais acelerada pelas queimadas dos locais que a inspiraram a estudar as origens desses ecossistemas únicos, que oferecem pistas da pré-história botânica brasileira.
Imagem: arquivo pessoal
Doutora em Agronomia, especializada em história paleoambiental dos Capões de mata da Serra do Espinhaço, relata a experiência de testemunhar in loco a destruição da vida e da memória da floresta em que nasceu, e que guarda registros pre-históricos da nossa natureza
Mara Barreto Sinhosewawe Xavante, autora do artigo, durante manifestação pela preservação das terras de seu povo.
Foto: Sérgio Koei
“Desde o contato com o homem branco, muitas terras nos foram tomadas. O agronegócio gerou desmatamento, e transformou nososs hábitos alimentares, com a chegada do arroz mecanizado e dos produtos industrializados. Com isso vieram doenças silenciosas”
Graduada em História e doutora em Antropologia, Letícia é uma jovem liderança Krahô e atua em diferentes frentes pela defesa dos povos indígenas. É presidente do Conselho Local de Saúde Indígena do município de Goiatins (TO), e coordenadora da escola da Aldeia Sol, cuja história ela descreve neste artigo-depoimento: uma vida de trabalho fortalecendo a valorização dos conhecimentos tradicionais em diálogo com a educação formal.
Foto cedida pela autora
Mulher indígena, do povo dos Krahô, que vivem nos limites entre Goiás, e Tocantins, conta ium pouco da diferenças de cosmovisão que tornaram difícil, mas nada impossível, sua trajetória que começou como menina de aldeia e terminou no doutorado em antropologia da Universidade de Goiás.
Milhares de caixas de remédios fora da validade descartados na rua, próximo a um hospital em Feira de Santana (BA): casos assim se repetem aos milhares e resultam em riscos à saúde humana. O trabalho do químico Michael Nazarkovsky, refugiado da guerra na Ucrânia, é reduzir a contaminação do meio ambiente pela degradação das substâncias contidas nestes medicamentos.
Foto: Secretaria de Serviços Públicos de Feira de Santana
Toneladas de medicamentos fora de validade são descartado de forma incorreta e poluem rios e mares. O químico Michael Nazarkovsky veio da Ucrânia para ajudar o Brasil a lidar com o problema