Na tela de um celular, o clássico retrato de Michel Foucault feito pelo fotógrafo Christian Taillandier, da agência britânica Camera Press, em 1975: o filósofo francês morreu em 1984, muitos anos antes do advento das plataformas digitais e das redes sociais, mas seu legado influencia movimentos extra-filosóficos da atualidade e alimenta discussões existenciais contemporâneas.
Montagem em IA sobre foto de Christian Taillandier / Camera Press
Em meio às celebrações pelos 100 anos de nascimento do filósofo francês, um mergulho nas relações entre os questionamentos deixados por Foucault e as inquietudes de uma existência cada vez mais submissa à tecnologia
Ruben Interian, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
Uma reflexão sobre o poder dos algoritmos, os vieses das plataformas, o protagonismo crescente da IA, e os desafios da regulação das redes sociais
Crises climáticas, perda de biodiversidade, desigualdade social, instabilidade política e avanços descontrolados em inteligência artificial formam um cenário em que simplesmente “saber mais” já não basta. Precisamos de uma ciência que produza conhecimento com impacto social e ambiental.
Imagem: Envato Labs