Boa notícia para um dos biomas mais ameaçados do planeta: a Mata Atlântica volta a crescer após o abandono de atividades agropecuárias ou a adoção de formas mais sustentáveis de uso da terra. Mas esse ainda é um processo muito frágil.
Agência Brasil / Rafa Neddermeyer
Boa notícia para um dos biomas mais ameaçados do planeta: a Mata Atlântica volta a crescer após o abandono de atividades agropecuárias ou a adoção de formas mais sustentáveis de uso da terra. Mas esse ainda é um processo muito frágil
Logotipo da última Convenção sobre a Conservação de Espécies Migratórias de Animais Silvestres das (COP 15), ocorrida em março de 2026 em Campo Grande, Mato Grosso do Sul: conferência aprovou mais de 70 decisões que ampliaram significativamente o escopo global de proteção.
Imagem: Reprodução do cartaz
COP das de espécies migratórias, ocorrida em março de 2026 no Brasil, aprovou medidas que contribuem para preservação destas espécies e consolidou a visão de que, sem conectividade ecológica, não há conservação efetiva
Diferente de muitos lugares conservados no mundo, o Pantanal é ocupado, em sua grande maioria, por fazendas de gado. Na prática, isso significa pouco desmatamento, além de uma cultura local bastante característica. Atualmente, cerca de 70% das fazendas ainda praticam pecuária tradicional, de baixo impacto.
Foto: Walfrido Moraes Tomas
Atualmente, cerca de 70% das fazendas do Pantanal praticam pecuária tradicional, de baixo impacto. Que, aliada à caça inexpressiva de animais nativos, tornou a região um refúgio de espécies ameaçadas
Um bebê orangotango apreendido pela polícia tailandesa em uma operação contra o tráfico de animais em maio de 2025: redes criminosas atuam nesta que é uma das indústrias ilegais mais lucrativas do planeta.
Thai police Central Investigation Bureau via AP
Ferramentas digitais emergentes podem ajudar as autoridades a priorizar inspeções e identificar rapidamente mercadorias ilegais.
A Amazônia é um centro de relevância global, mas essa importância não se reflete nos recursos de pesquisa recebidos por pesquisadores da região.
Foto Vieira, L.
Redes colaborativas e pesquisa de síntese fortalecem a ciência amazônica, reduzem desigualdades regionais e ampliam a capacidade de enfrentar os desafios ambientais da região