Plantação de cana para produção de cachaça: apesar de destilada, a bebida artesanal que chega às garrafas pode manter a expressão do solo em que foi plantada, bem como do processo centenário pelo qual é produzida, guardada e engarrafada.
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Para pesquisador da história e dos processos atuais de fabricação da bebida, o terroir da cachaça não é o gosto literal do solo de onde veio a cana. É a expressão de um território trabalhado
Única no mundo e 100% brasileira, nos últimos 500 anos a cachaça movimentou economias locais, interferiu em conflitos regionais, organizou sociabilidades, sofreu preconceitos e só recentemente se consolidou como orgulho nacional.
Foto: Marcello Casal Junior/Agência Brasil
Do engenho colonial às garrafas contemporâneas, a trajetória da cachaça reúne trabalho, circulação, sociabilidade, conflito, memória e novas formas de imaginar o Brasil
Fiscal do Procon de São Paulo atua durante a crise de adulteração por metanol, que já teve 17 casos confirmados no país até a primeira semana de outubro de 2025: falta crônica de repressão adequada contra as redes de fabricantes, engarrafadores e distribuidores ilegais é a raiz de um problema que se arrasta desde o século passado - e que só se agravou com o fim do Sistema de Controle de Produção de Bebidas (Sicobe) em 2016.
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Substância que matou consumidores e segue colocando vidas em risco e espalhando pânico no país não chegou às garrafas por acaso: é consequência de uma cadeia de negligências e oportunidades criminais
É quimicamente impossível dissolver apenas a cafeína sem dissolver também outros ingredientes químicos dos grãos, portanto, a descafeinação remove alguns outros aditivos que contribuem para o aroma e o sabor da sua xícara de café. Mas têm etapas que podem reintroduzir componentes extraídos.
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