O Oceano Atlântico oferece poucos sinais visíveis do que se move sob suas ondas, como a circulação responsável por levar o calor dos trópicos para regiões mais frias do Hemisfério Norte.
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A Circulação de Revolvimento Meridional do Atlântico (AMOC) pode estar diminuindo sua velocidade, mas mudanças nas profundezas do oceano não geram imagens fáceis de transmitir ao público
Icebergs derretendo no Oceano Ártico: desaceleração da Circulação de Revolvimento Meridional do Atlântico (AMOC, na sigla em inglês) terá consequências para o clima e os ecossistemas de todo mundo.
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Pesquisas mostram desaceleração da Circulação de Revolvimento Meridional do Atlântico (AMOC, na sigla em inglês) terá consequências para o clima e os ecossistemas de todo mundo.
Excesso de água doce vinda do derretimento das geleiras da Groenlândia pode desacelerar e até interromper a circulação do Atlântico Norte, em cenário que foi explorado no filme-catástrofe “O Dia Depois de Amanhã”, de 2004.
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