Walace Gomes Leal

A universalidade histórica do suicídio sugere que os circuitos neurais que o permitem podem não ser apenas alterações patológicas da neuroquímica cerebral. Eles podem também corresponder a um comportamento evolutivo preservado na espécie e posteriormente deturpado pelos estressores modernos, mesmo contrariando os princípios da evolução.

Estudos investigam se comportamento suicida pode ter raízes evolutivas

Para a biologia evolutiva, o suicídio traz um paradoxo intrigante: se a seleção natural favorece a sobrevivência e a reprodução, conforme a teoria de Darwin (1859), por que o cérebro humano manteve mecanismos capazes de permitir que o indivíduo se autodestrua?
Apesar do entusiasmo com que está sendo recebida, a polilaminina deve trilhar o mesmo caminho de transparência e validação que todas as demais terapias. Só respeitando o escrutínio científico e o rigor das agências regulatórias é que poderemos transformar a esperança em realidade clínica segura. Folhapress/Eduardo Knapp

A polilaminina regenera a medula espinal? É preciso deixar o método científico decidir

Substância deve trilhar o mesmo caminho de transparência e validação que as demais terapias. Só respeitando o escrutínio científico e o rigor das agências regulatórias é que poderemos transformar a esperança em realidade clínica
Em atividades como correr ao ar livre, os fractais visuais das árvores, a irregularidade do terreno e os sons da mata ativam redes de atenção involuntária, permitindo o descanso do córtex pré-frontal e favorecendo a neuroplasticidade, num fenômeno que pode ser descrito como “simbiose neural”. Imagem gerada por IA, via Envato Labs

Entenda o que é simbiose neural como terapia para desordens afetivas e o dilema evolutivo da espécie humana

Trabalhos bem consolidados mostram que os neurônios gerados no hipocampo durante a idade adulta são necessários para a expressão normal dos hormônios relacionados ao estresse.
Nos símbolos universais do autismo, a evolução sobre a compreensão do transtorno: o mais antigo, um quebra-cabeça, sinaliza a dificuldade da sociedade de compreender as pessoas do espectro. Depois, a fita da conscientização, criado em 1999, que representa a diversidade e a inclusão dos autistas na sociedade. Por fim, o símbolo do infinito, elaborado pela própria comunidade autista, que expressa a esperança e o potencial de crescimento das pessoas com TEA. Reprodução / Internet

Neurociência e estudos de biologia evolutiva indicam: autismo pode ser o próximo passo da evolução humana

Pesquisas apontam que o aumento do percentual de indivíduos com capacidades excepcionais de sistematização e reconhecimento de padrões sugere que o futuro da organização social humana poderá ser profundamente influenciado pela neurodivergência

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