Extreme climate events such as droughts and floods are becoming more intense and frequent, reducing agricultural production, disrupting supply chains, limiting families’ access to fruits, vegetables and other fresh foods, and increasing the consumption of ultra-processed foods with low nutritional value.
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Droughts and floods reduce agricultural production, disrupt supply chains, and limit families’ access to fruits, vegetables, and other fresh foods.
Com as consequências do aquecimento global cada vez mais evidentes, fenômenos como secas e inundações tornam-se mais intensos e frequentes, reduzindo a produção agrícola, interrompendo cadeias de abastecimento e limitando o acesso das famílias a frutas, verduras e outros alimentos frescos, e aumentando o consumo de ultraporocessados de baixo valor nutricional.
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Secas e inundações reduzem a produção agrícola,interrompem cadeias de abastecimento e limitam o acesso das famílias a frutas, verduras e outros alimentos frescos
Uma semeadora é puxada por um trator para plantar soja na fazenda Morada do Sol em Santa Cruz do Rio Pardo, estado de São Paulo.
Ettore Chiereguini/ AP Photo
Cesar B. Favarão, Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP); Arilson Favareto, Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP); Mariana Ceci, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), and Olívia Dórea, Universidade de São Paulo (USP)
Para alcançar as metas estabelecidas por tratados internacionais, como o Acordo de Paris, precisaremos transformar profundamente a forma como produzimos, processamos, distribuímos, acessamos, consumimos e descartamos alimentos.
O problema da fome no Brasil não está apenas na oferta de alimentos: é preciso que mais pessoas consigam acessá-los de forma mais constante, diversa, saudável e nutritiva. Em 2023, a produção e colheita de grãos no país alcançou 41,5 milhões de toneladas, um recorde. Também somos um grande produtor de soja, carne e milho. Mas a insegurança alimentar ainda é uma realidade para milhões de pessoas.
Imagem gerada por IA com Envato Labs
Pesquisas mostram que a rica biodiversidade brasileira é subutilizada na produção alimentar e não se reflete nos padrões de consumo da população
Pesquisadora do Instituto de Medicina Tropical da USP: A pandemia de covid-19 mobilizou cientistas no mundo inteiro para entender e combater o novo vírus. Levantamento do Lab-GEOPI, da Unicamp, mostrou que mais de 17 mil estudos, de 512 instituições brasileiras, foram feitos no período.
Rubens Cavallari/Folhapress
Análise feita por pesquisadores do Lab-GEOPI da Unicamp constatou o esforço da comunidade científica para compreender os diversos fatores relacionados a covid-19
Cerimônia de lançamento do Plano Brasileiro de Inteligência artificial (PBIA), durante a 5ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (CNCTI) em julho de 2024 em Brasília: uso da tecnologia na produção de documentos de políticas públicas ainda é muito maior entre países desenvolvidos que na maioria das nações do Sul Global.
Foto: Júlio César Silva / MDIC
Dados do estudo revelam uma realidade que não é difícil de entender: a IA está cada vez mais presente em todos os setores da sociedade, e discutir suas implicações éticas, sociais e existenciais é inevitável
A base de lançamentos de foguetes de Alcântara, no Maranhão: apesar da boa infra-estrutura e da nova efervescência mundial do setor, o Programa Espacial Brasileiro gasta menos hoje do que 20 anos atrás.
AP Photo/Eraldo Peres)
Queda nos investimentos revela descompasso diante dos desafios e das potencialidades do país, quer pode ter na tecnologia espacial uma grande aliada de seu desenvolvimento e soberania
Não há dados oficiais sobre quantos pesquisadores brasileiros trabalham noexterior, mas estudo financiado pela Fapesp e coordenado pela Unicamp mostra que eles têm em média 37 anos, estão divididos igualmente entre homens e mulheres, são em maioria brancos e mais da metade trocou bolsas ou empregos no Brasil por melhores condições de estudo e trabalho.
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Resultados contribuirão para Programa de Repatriação de Talentos do CNPQ, que pretende trazer de volta mil pesquisadores expatriados e impulsionar a ciência brasileira
Embora tenha registrado crescimento de 271% em seu número de doutores e de 210% de mestres nos últimos 20 anos, país ainda está distante da realidade não apenas dos países do Norte Global, mas de muitos vizinhos latino-americanos.
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Sergio Salles-Filho, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) and Mariana Ceci, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
Embora tenha registrado crescimento de 271% em seu número de doutores e de 210% de mestres nos últimos 20 anos, país ainda está distante da realidade não apenas dos países do Norte Global, mas de muitos vizinhos latino-americanos
Retrato do isolamento: enquanto o RS permanece alagado, o poder público ainda está longe de usar devidamente os estudos científicos na elaboração de políticas de prevenção.
Pedro Ladeira/Folhapress
Os últimos acontecimentos evidenciam que a ciência precisa estar presente ativamente na elaboração e proposição das políticas de prevenção. Mas a interação entre pesquisa e poder público ainda é complexa e difícil no Brasil