Na conclusão do autor, a analogia entre a forma de pensar dos autistas e de ferramentas de IA como o ChatGPT é útil e válida, pois evidencia que a fronteira entre o “pensar” humano e o “simular pensar” da Inteligência Artificial pode não ser binária, mas sim espectral. Imagem gerada por IA via Envato Labs

IA e o espectro autista: o que o pensamento divergente de um portador de TEA tem a dizer sobre o ChatGPT

No depoimento de um pesquisador brasileiro de espectro autista, a percepção de que o ChatGPT pensa (e bastante), mas de forma atípica e divergente, num processo semelhante ao que ocorre em pessoas com esse tipo de transtorno

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