A Ufes foi fundada em 5 de maio de 1954. Possui quatro campi - em Goiabeiras e Maruípe, na capital; e nos municípios de Alegre, no sul do estado; e Mateus, no norte do Espírito Santo - com um total de 292 mil metros quadrados de prédios.
A Ufes oferece 90 cursos de graduação, com um total de 4.975 alunos por ano. Na pós-graduação, oferece 47 cursos de mestrado e 16 de doutorado. Conta com uma equipe de 1.650 professores, 2.500 funcionários técnicos e administrativos, 20 mil alunos matriculados na graduação e 2.500 na pós-graduação. Seu escritório administrativo central está localizado no campus de Goiabeiras, em Vitória.
Na pesquisa científica e tecnológica, a Ufes tem cerca de 600 projetos em andamento, e a extensão universitária desenvolve 700 projetos e programas com abrangência em todos os municípios capixabas, contemplando aproximadamente 1,5 milhão de pessoas. A universidade foi classificada como a 32ª melhor do Brasil.
Curtidas, buscas e outros sinais de comportamento alimentam sistemas influenciam o disparo de conteúdos. A Justiça Eleitoral pode regular propaganda, mas é difícil é auditar como dados e decisões automatizadas circulam entre plataformas, provedores de nuvem e data centers em diferentes países. Foto: Envato.
Fabiano Couto Corrêa da Silva, Universidade Federal do Espírito Santo (UFES); Associação Brasileira de Ciência Política (ABCP)
Curtidas, buscas e outros sinais de comportamento alimentam sistemas influenciam o disparo de conteúdos. A Justiça Eleitoral pode regular propaganda, mas é difícil é auditar como dados e decisões automatizadas circulam entre plataformas, provedores de nuvem e data centers em diferentes países
O Brasil está em processo de requerer a extensão de sua Zona Econômica Exclusiva, a Amazônia Azul, de 3,6 milhões para 5,7 milhões de km². Sendo que 80% dessa área possui profundidades superiores a 200 metros. Para isso, é necessário conhecer o que há no fundo, e entender melhor seu potencial de exploração econômica e científica.
Imagem: Data is Beautiful Visual Map
Nos últimos quinze anos, pesquisadores brasileiros acumularam descobertas relevantes sobre o fundo do Oceano Atlântico e da chamada Amazônia Azul. Mas ainda faltam investimento e embarcações com tecnologia de ponta para aprofundar o trabalho
Ativistas indígenas participam de um protesto climático durante a Cúpula Climática da ONU COP30, em Belém. A maneira como as populações indígenas e tradicionais amazônicas lidam com a biodiversidade está inseparavelmente ligada às suas cosmo-ecologias, que concebem uma floresta animada por seres espirituais, nos permitindo compreender outros modos de se relacionar no ambiente.
AP Photo/Andre Penner
A existência de entes espirituais nos ecossistemas e suas relações com a Amazônia ainda é uma lacuna nos estudos biológicos e antropológicos sobre criação e conservação da biodiversidade na região
Na conclusão do autor, a analogia entre a forma de pensar dos autistas e de ferramentas de IA como o ChatGPT é útil e válida, pois evidencia que a fronteira entre o “pensar” humano e o “simular pensar” da Inteligência Artificial pode não ser binária, mas sim espectral.
Imagem gerada por IA via Envato Labs
Arthur Eugenio, Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)
No depoimento de um pesquisador brasileiro de espectro autista, a percepção de que o ChatGPT pensa (e bastante), mas de forma atípica e divergente, num processo semelhante ao que ocorre em pessoas com esse tipo de transtorno
Morador de Canoas, na Grande Porto Alegre, vivendo em um contêiner após perder tudo nas enchentes: das 27 capitais brasileiras, 15 não contam com nenhum plano de adaptação para mudanças climáticas. A capital gaúcha é uma delas.
AP Photo/Tuane Fernandes
Em 2022, 281.472 brasileiros viviam em situação de rua. Número é 211% superior ao estimado em 2012. Cheias no sul e outros efeitos das mudanças climáticas podem estar intensificando o problema no país
Hemos creado una matriz de evaluación que aprovecha los MOOC en inglés para otros idiomas, con gran potencial para colaborar en la enseñanza en línea en países como Brasil.
Nose-to-tail driving would be the norm if computers drove the cars.
Danny Lawson/PA
If cars with drivers still suffer under gridlock conditions on roads, how will driverless cars fare any better? With greater computerisation and network awareness, driverless cars may be the answer to…
Pesquisadora Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental (EPPGG) do Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN)., Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)