Ana Saggioro Garcia

China, Índia ou Brasil podem integrar o chamado Sul Global, mas suas empresas podem ocupar posições econômicas muito distintas das comunidades, trabalhadores e mesmo dos Estados que recebem seus investimentos. Imagem: Port Calls Ásia/Unsplash

Na Índia, BRICS busca alternativa às velhas regras do investimento internacional, em meio a crescentes tensões geopolíticas

Hoje um dos principais atores das mudanças em curso na ordem internacional, o BRICS defende reformas na governança global e questionam a concentração histórica de poder nos Estados Unidos e na Europa
Reunião dos ministros das Relações Exteriores do BRICS no Palácio do Itamaraty, no Rio de Janeiro, em junho de 2025: apesar da inflexão para a geopolítica, grupo continua a desempenhar papel estratégico na promoção de reformas financeiras estruturais, em articulação com outros países em desenvolvimento. AP Photo/Bruna Prado

BRICS firma‑se como força de mudança na arquitetura financeira internacional e como novo bloco geopolítico

Agenda reformista do grupo foi perdendo força à medida que as tensões internacionais se intensificaram. Por outro lado, grupo se transforma em coalização cada vez mais poderosa
Tarefa para os líderes: Reforçar o multilateralismo em áreas estratégicas como comércio, investimentos, tributação e financiamento climático. E garantir que as iniciativas sejam voltadas à promoção de um desenvolvimento social e econômico mais inclusivo. Foto: Divulgação, Ministério das Relações Exteriores

BRICS+ precisa reduzir assimetrias e fortalecer as economias do Sul Global

BRICS+ deve buscar ampliar os fluxos comerciais Sul-Sul para além do eixo centrado na China, que já tem consolidada a sua posição como principal parceiro comercial.

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