O Tratado de Itaipu, assinado em 1973, estabeleceu que Brasil e Paraguai teriam direito à metade da energia produzida pela usina binacional. Como a demanda brasileira era muito superior à do Paraguai, o Brasil passou a consumir essa sobra, pagando uma remuneração que o país vizinho contestou por décadas, até conseguir renegociar.
Foto: International Hydropower Association (IHA)
Pesquisadores examinaram a negociação que levou o Brasil a aceitar triplicar a remuneração paga pela energia paraguaia em 2009
Libaneses tomam sorvete numa lanchonete em Foz do Iguaçu, na Tríplice Fronteira: entre 2006 e 2012, a região integrou lista norte-americana de portos seguros para atividades terroristas - mais especificamente do Hezbollah - sem que jamais tenha ocorrido um atentado ou que algum ativista tenha sido localizado ali.
Foto: Antônio Gaudério/Folhapress
Por mais de uma década, a fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina foi apontada como “refúgio seguro"para ativistas islâmicos, sem nunca ter havido nenhum atentado por lá
Itaipu fornece 86% da eletricidade do Paraguai e responde por cerca de 8% do consumo elétrico do Brasil. A usina gera bilhões de dólares em benefícios compartilhados. Por isso, espera-se que ambos busquem uma solução diplomática rápida.
AP Photo/Jorge Saenz
André Luiz Coelho, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) and Bruno Marcondes Ferreira, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)
Agentes da Abin teriam invadido e-mails e sistemas de autoridades de alto escalão em Assunção para obter informações confidenciais sobre as discussões do Anexo C. Itamaraty afirma que a operação foi “autorizada pelo governo anterior”.