Com as eleições, país tem nova oportunidade de reforçar o setor da pesquisa, da tecnologiae e da inovação como base para responder aos desafios globais e fortalecer sua soberania.
Imagem gerada por IA, via Envato Labs
Helena B. Nader, Academia Brasileira de Ciências (ABC); Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Com as eleições, país tem nova oportunidade de reforçar a pesquisa científica como base para responder aos desafios da atualidade e fortalecer sua soberania
O Campus da Universidade Federal do Pará (UFPA): um dos maiores produtores de conhecimento sobre a Amazônia do mundo está entre as instituições científicas da região que sofrem com a distribuição desigual de verbas para pesquisa, que muitas vezes inclui cortes de financiamentos de projetos já aprovados e em andamento.
Imagem: Divulgação / UFPA
Apesar de representar mais da metade do território nacional, Amazônia recebe parcela desproporcionalmente pequena dos investimentos em ciência do país
Maria Fernanda no laboratório em Manaus, onde estudou o tambaqui num cenário climático projetado pelo Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas para o ano de 2100.
Foto disponibilizada pela autora
A desigualdade regional na ciência é evidente: apesar do trabalho de qualidade que desenvolve, a região Norte recebe apenas 3,6% dos investimentos em Ciência e Tecnologia no Brasil