O polvo gigante (Enteroctopus dofleini) vive nas águas do Pacífico: inteligentes e muito diferentes dos humanos, estudar os polvos poderia servir como um ensaio do que significaria nos depararmos com uma mente de outro mundo.
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Os polvos são muito diferentes de nós: seu sistema nervoso é descentralizado e eles enxergam em preto e branco com os olhos, mas em cores com a pele, o que faz com que até pareçam extraterrestres
Os seres humanos têm uma relação ambivalente com os guaxinins, que parecem selvagens demais para serem domesticados, adoráveis demais para serem tratados apenas como pragas e onipresentes demais para serem considerados animais exóticos.
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O talento dos guaxinins para escapar dos laboratórios frustrou pesquisadores, mas suas habilidades para resolver problemas tornam seus cérebros uma área fascinante de pesquisa.
Modelo de aprendizado de máquina pode detectar se os sons emitidos por animais como cascos, como porcos, cabras e vacas, expressam emoções positivas ou negativas, em um avanço que também traz questões éticas sobre como e quando agir em cima destas informações.
Olga Ovcharenko
Estudo mostra as maneiras surpreendentes pelas quais o aprendizado de máquina está ajudando a decifrar a mente animal.
Os cães não apenas observam suas emoções, eles também podem “capturá-las”. Os pesquisadores chamam isso de contágio emocional, uma forma básica de empatia em que um indivíduo espelha o estado emocional de outro.
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Os cães podem não ser capazes de ler nossas mentes, mas ao ler nosso comportamento e sentimentos, eles nos conhecem emocionalmente de uma forma que poucos outros animais conseguem.
Não importa o quanto se queira acreditar, ainda não encontramos nada parecido com a complexidade da linguagem humana na comunicação dos animais.
Patrick Rolands
Muitos cientistas veem evidências de linguagem nos sons que os animais emitem, mas eles podem estar se enganando.
Muitos experimentos oferecem recompensas como comida, abrigo, interações sociais e brincadeiras. Assim, embora a tarefa em si possa parecer ecologicamente irrelevante, a recompensa pode ser altamente relevante para os animais.
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Por que os pesquisadores se preocupam se uma abelha pode aprender a reconhecer um rosto humano? Quando levamos animais para fora de seu território familiar, podemos aprender muito sobre inteligência.