As políticas baseada em estados de emergência do Equador já repercutem em toda a América do Sul. Se forem consideradas eficazes, provavelmente serão imitadas. Por outro lado, também estão sendo monitoradas pela sociedade civil e por ativistas de direitos humanos, que estão muito preocupados com a possibilidade de essas abordagens minarem as liberdades básicas dos indivíduos.
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No governo do presidente Daniel Noboa, as prisões foram declaradas “zonas de segurança” e estão sob controle direto da polícia e dos militares. Se for reeleito, Noboa promete seguir fazendo o mesmo, apesar dos problemas que esse tipo de política provoca
Soldados das Forças Especiais em ação: o Equador está refém do crime organizado, em meio a uma cultura de violência enraizada nas bases de uma sociedade de economia frágil e sistemas político e jurídico comprometidos pela corrupção.
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O país está perdendo a guerra contra uma estrutura de violência cada vez mais enraizada nas bases de uma sociedade com a economia fragilizada e sistemas político e jurídico tomados pela corrução.
Onda de violência levou o presidente Daniel Noboa a decretar estado de exceção e mobilizar as Forças Armadas
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