A primeira etapa da pesquisa de Miescher consistiu na tarefa de raspar pus de curativos cirúrgicos descartados, obtidos em hospitais. O pus constituía uma fonte rica em glóbulos brancos, adequada para analisar de quais moléculas são compostas as células humanas. Miescher descobriu uma nova substância celular com propriedades diferentes das proteínas, rica no elemento fósforo. Ao observar que ela se encontrava quase exclusivamente no núcleo de cada célula, ele a chamou de “nucleína” – um termo que foi amplamente preservado em seu nome moderno de ácido desoxirribonucleico, ou DNA.
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Ao trabalhar com pus humano em um castelo medieval, Miescher descobriu uma substância que acabaria por revelar a compreensão de como a vida funciona.
Uma das perguntas mais intrigantes e que envolve a comunidade científica atual: será que algumas das moléculas mais antigas da cultura humana, como os psicodélicos, podem interferir nos mecanismos biológicos que regulam o envelhecimento?
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Stevens Rehen, Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR)
Psicodélicos não são apenas moduladores da consciência, mas agentes biológicos ativos com impactos significativos no metabolismo celular.
Muitas dessas vias de sinalização são as mesmas envolvidas com o envelhecimento
Nanopartículas em ação: minúsculos imãs internos podem ter seu magnetismo usado com diversos objetivos, desde terapias antitumorais até a remoção de metais pesados - como chumbo, cádmio e mercúrio - de águas e solos contaminados.
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