Articles on Animais

Displaying all articles

Se o seu cão está perdendo o interesse em se exercitar, isso pode ser um sinal de que ele está com dor: muitas vezes os animais disfarçam a dor como um mecanismo de sobrevivência e os sinais se manifestam apenas como mudanças sutis no comportamento. Elayne Massaini/Shutterstock

Como saber se seu cão está com dor (e o que fazer nesse caso)

Os animais nem sempre expressam a dor de maneiras que esperamos
O macaquinho Punch abraça seu orangotango de pelúcia: situação de abandono e cativeiro apela a um senso universal de justiça que o ambiente digital transforma em um produto de consumo estético seguro. Sana Muhy Ud Din/Shutterstock

Por que o caso do macaquinho Punch nos parte o coração?

Punch se apresenta como o veículo ideal para o que a ciência denomina de “contágio moral”, em que sua situação de abandono e cativeiro apela a um senso universal de justiça
Os gatos são mais sutis em demonstrar afeto, mas seus donos frequentemente relatam os mesmos sentimentos calorosos de companheirismo e alívio do estresse que os donos de cães relatam, e a chave por trás disso é o aumento nos níveis de oxitocina, o “hormônio do amor”, no cérebro de ambos. Zhenny-zhenny/Shutterstock

O que ter um gato faz com o seu cérebro ‑ e com o dele

Quando você abraça e interage com seu gato, os níveis de oxitocina, o “hormônio do amor”, aumentam no seu cérebro e no dele
Dois cães recém-resgatados chegam a um centro de adoção, guiados por um voluntário: pessoas que salvam animais constantemente lidam com a sensação de que realizam um trabalho solitário, exaustivo e invisível. AP Photo/Kirsty Wigglesworth

Pessoas que resgatam animais abandonados ou maltratados têm maior risco de problemas de saúde mental

Resgatar um animal abandonado é um ato de coragem contra a crueldade, mas que pode ser emocionalmente devastador
O vira-lata paranaense Tokinho nos braços de uma policial civil, após ser resgatado dos maus-tratos: o Direito diz que, para que um individuo tenha direitos amparados por lei, é preciso reconhecer que ele tem interesses próprios que merecem ser protegidos. É possível afirmar que animais têm interesses próprios? A ciência diz que sim. Foto: Divulgação / Polícia Civil do Paraná

Animais têm direitos? O caso do cão Tokinho marca um avanço histórico no Brasil

Pagamento de indenização após processo por danos morais decorrente de agressões do antigo tutor sinaliza um avanço importante no reconhecimento de animais como seres sencientes
O objetivo da operação era reduzir o número de animais, famintos após um incêndio florestal do mês passado. Mas o método usado tem eficácia questionável. É provável que vários coalas tenham sido gravemente feridos, mas não mortos, pois os atiradores estavam distantes. Roberto La Rosa/Shutterstock

Atirando de helicópteros em coalas: o que há de errado com o abate sem precedentes na Austrália

O abate de 700 coalas famintos em Victoria provocou indignação. Deve haver uma maneira melhor de reagir após um incêndio florestal.
Projetadas para facilitar a polinização e a produção, as caixas atuais têm pouco em comum com os ninhos selvagens que foram importantes na evolução das abelhas. Na verdade, essas colmeias artificiais aumentam substancialmente as perdas de calor. Jag_cz/Shutterstock

As abelhas votam para decidir sobre os locais de nidificação ‑ por que devemos ouvi‑las

Um novo estudo mostra que as colmeias construídas pelo homem liberam muito mais calor do que as cavidades das árvores das abelhas selvagens, o que é prejudicial para elas.
Segundo estudos recentes, alinhados com o que Darwin e Lamarck perceberam, é que a alimentação foi o principal motor da evolução do pescoço da girafa, mas com ênfase no sucesso reprodutivo feminino.

Nova pesquisa sugere que girafas fêmeas evoluíram os pescoços para comer folhas mais nutritivas

Os pescoços das girafas são um tema quente entre os biólogos. Um novo estudo contradiz uma teoria mais antiga que diz que as girafas machos precisam de pescoços longos para brigar pelas parceiras.
Análise nos anéis de otólitos nos ouvidos dos peixes permite medir a quantidade de energia que eles usaram quando vivos. O aumento da temperatura força as espécies a se adaptarem, mudarem para outro lugar ou morrerem. Dolores M. Harvey/Shutterstock

Pedras nos ouvidos dos peixes marcam o tempo como anéis de árvores. E agora nos ensinam sobre mudanças climáticas

Nova técnica para decodificar os produtos químicos nas pedras nas orelhas dos peixes medem a quantidade de energia que eles usaram quando vivos

Top contributors

More