Viviane Boaventura

O Sistema de Antecipação de Surtos com Potencial Pandêmico (ÆSOP) usa dados de vendas de medicamentos isentos de prescrição em farmácias para emitir sinais de alerta de surtos antes do aumento das hospitalizações. Imagem: Divulgação / ÆSOP

Sistema que cruza dados do SUS e de farmácias detecta surtos precocemente e ganha tempo contra epidemias

Vigilancia baseada em venda de medicamentos e atendimentos
A Síndrome de Guillain‑Barré, que ocorre principalmente após infecções, é uma condição rara em que o próprio sistema imunológico ataca os nervos periféricos. Isso causa uma fraqueza muscular que começa nas pernas e pode subir para os braços e rosto. Em casos graves, a pessoa pode ficar completamente paralisada e precisar de ajuda de aparelhos para respirar. Imagem: Envato

Estudo brasileiro evidencia relação entre dengue e a rara Síndrome de Guillain‑Barré, que afeta os nervos periféricos

Estudo demonstrou que a chance de uma síndrome neurológica rara após a dengue é maior nas seis semanas seguintes à doença. Proporção no Brasil foi de 36 pessoas com a Síndrome de Guillain-Barré por milhão de casos de dengue
A fita rosa, que marca a campanha de prevenção contra os dois cânceres mais comuns em mulheres: campanhas de vacinação maciça em adolescentes contra o Papilomavírus Humano (HPV), que previnem contra o desenvolvimento do câncer de colo do útero, estão entre as mais bem sucedidas do mundo no Brasil. Imagem: Reprodução / MInistério da Saúde

Outubro rosa: Estudo mostra que vacina contra HPV reduziu câncer de colo do útero em quase 60% em mulheres jovens no país

A [vacinação contra o HPV no Brasil tem como público prioritário meninas e meninos de 9 a 14 anos, que desde 2024 recebem apenas uma dose, considerada suficiente para garantir proteção. Em caráter excepcional, o Ministério da Saúde ampliou até dezembro de 2025 o acesso para adolescentes de 15 a 19 anos que não se vacinaram na idade indicada
Vacinação contra a COVID-19 no Brasil: Artigos sem o correto embasamento científico contribuíram para a propagação de ideias falsas sobre os efeitos colaterais da vacina, o que pode ter afastado uma parcela da população das campanhas de imunização. AP Photo/Bruna Prado

A má ciência ameaça a saúde pública: como análises incorretas fazem vacinas parecerem perigosas

Artigo da Frontiers in Medicine afirma que vacinas aumentam o risco de morte, mas erros graves na metodologia geraram resultados errados e conclusões infundadas, expondo falhas na revisão por pares.
Os perigos da ciência de baixa qualidade: artigos que ligam as vacinas contra a COVID-19 ao desenvolvimento de várias doenças continuam sendo publicados, o que abala a confiança pública na vacinação, já afetada pela grande quantidade de desinformação intencional presente nas redes sociais. Foto: The Conversation US, Shutterstock

Rumos da divulgação científica: Como a ciência de má qualidade alimenta a desinformação e as fake news

O número de artigos científicos considerados falhos ou fraudulentos subiu 500% nos últimos dez anos.
Batalha conta o Aedes Aegypti se intensifica: mosquito é o transmissor da dengue, da chikungunya e também da zika e da febre amarela. AP Photo/Andre Penner

Infecções graves transmitidas pelo Aedes aegypti não se limitam à dengue: chikungunya aumenta mortalidade dos pacientes

Comparadas com as quatro primeiras semanas de 2023, esse ano houve um [aumento de casos de infecção pelo vírus da Chikungunya de 123% no estado de São Paulo, e de 200% no Rio de Janeiro.

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