Vinício Carrilho Martinez

A imagem icônica do subcomandante Marcos, líder do Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN), movimento mexicano precursor do uso de redes digitais para divulgar e fortalecer mobilizações sociais, em meados dos anos 90: de lá para cá, as redes sociais foram cooptadas e usadas como poderosas ferramentas de geração de receita, captura ideológica e controle, baseadas na manipulação algoritmica. Imagem: Wikipedia

A história da internet: da utopia de uma rede cidadã ao surgimento das redes antissociais

Mais de 30 anos após o início da sua popularização, a internet derivou de esperança de democratização do acesso à informação para ferramenta digital de controle social. Mas tudo ainda pode mudar
Cartazes com o rosto de Elon Musk (em primeiro plano), Donald Trump e o vice-presidente dos EUA, J.D. Vance, caracterizados de oficiais da Alemanha hitlerista durante um protesto em Nova York: com a revolução digital, a lógica autoritária de exclusão da crítica e de centralização da palavra não desapareceu. Apenas trocou de roupa. AP Photo/Andres Kudacki

Análise: como o capitalismo digital e o tecnofascismo estão reproduzindo antigas estruturas de dominação

Você já ouviu falar em tecnofascismo? O termo descreve uma forma contemporânea de dominação que opera por meio de plataformas e algoritmos. No Brasil, esse processo se intensifica ao se articular com racismo, patriarcalismo e heranças escravistas

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