Vicente Leal E. Fernandez

Visitantes perto da cachoeira Salto do Rio Preto, no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, em Alto Paraíso, estado de Goiás, Brasil. Eraldo Peres/AP photos

Crescimento da visitação em áreas naturais impõe desafios para órgãos gestores

É fundamental para permitir que o visitante faça escolhas informadas sobre os riscos. Não se trata de eliminar todos os riscos – até porque seria impossível –, mas informar as pessoas sobre eles para que possam decidir conscientemente.
Uma das florestas mais visitadas do mundo não é nada virgem, e guarda marcas de um passado de ocupação e manejo que contam muitas histórias ainda desconhecidas, que aos poucos vêm sendo descobertas. Foto: Parque Nacional da Tijuca

Parque Nacional da Tijuca: uma das maiores florestas urbanas do mundo também guarda um tesouro histórico e cultural

O famoso reflorestamento, ocorrido entre 1862 e 1894, corresponde hoje a apenas 8% da área total da floresta, que guarda marcas de um passado de ocupação e manejo que contam muitas histórias ainda desconhecidas
Equipe de salvamento tentando resgatar a brasileira Juliana Marins, no dia em que ela caiu da trilha do vulcão Rinjani, na Indonésia: em áreas assim, todos devem ser alertados sobre os riscos e perigos das atividades na natureza, permitindo que se preparem e escolham, de forma consciente, aquelas atividades compatíveis com suas condições. Mas sem desestimular a visitação. Imagem: BASARNAS via AP Photo

Medo, o inimigo invisível das unidades de conservação

O medo de acidentes pode ter impacto no movimento de turistas nas unidades de conservação. É importante incentivar a visitação, mas sempre transmitindo a confiança de que eles podem ser apreciadas com segurança
Vista da Pedra da Gávea, a partir de uma trilha da Floresta da Tijuca: grande parte dos caminhos do atual Parque Nacional foram feitos a partir da chegada da corte de D. João VI, em 1808. Foto de Halley Pacheco de Oliveira

Floresta da Tijuca: trilhas do Parque Nacional mais visitado do Brasil têm a marca dos escravizados

A mão de obra escravizada teve um papel importante na história e no processo de transformação do Maciço da Tijuca e do Rio de Janeiro, mas segue invisível na historiografia tradicional.
Importantes há milhares de anos em diferentes civilizações, no Brasil as figueiras também foram preservadas por seu valor simbólico e religioso. Foto de Cassio Vasconcellos

Figueiras centenárias da Mata Atlântica: sobreviventes de séculos de destruição, elas contam a sua história

No mundo todo, elas são protegidas há milênios por sua importância para diferentes religiões. E no Brasil, as características do seu caule também contribuíram para que fossem poupadas do ciclo de exploração de carvão vegetal.
Balão de carvão prestes a iniciar seu processo de combustão abafada. Ilustração de Percy Lau, IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Tipos e aspectos do Brasil: excertos da Revista Brasileira de Geografia

Florestas urbanas do Rio de Janeiro já tiveram mais de 1.500 carvoarias no passado

Carvão também é história. A lenha sempre acompanhou a trajetória humana como fonte energética de primeira necessidade. A transformação em carvão possibilita um aumento do poder calorífico da madeira, com…

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