Tathiana Chicarino

Para as eleições deste ano, o PL investiu mais de R$ 16 milhões em candidaturas femininas conservadoras, cuja retórica não só não questiona as desigualdades e padrões patriarcais, como defende a sua manutenção. Imagem gerada por IA, via Envato Labs

‘Feminina sim, feminista não’: a estratégia da extrema‑direita para tentar ganhar o voto feminino

Para as eleições deste ano, o PL investiu mais de R$ 16 milhões em candidaturas femininas conservadoras, cuja retórica não só não questiona as desigualdades e padrões patriarcais, como defende a sua manutenção
A persistente baixa participação das mulheres nos espaços de decisão política no Brasil reflete o descaso de muitos partidos políticos com o cumprimento da legislação eleitoral, que determina o registro obrigatório de uma cota de 30% de candidaturas femininas, mas não fiscaliza a efetividade das campanhas. Foto: Fábio Rodrigues Pozzebon / Agência Brasil

Com apenas 19,9% de vereadoras eleitas, desigualdade de gênero persiste na política brasileira e impacta democracia

Lei que obriga os partidos a reservarem 30% de suas candidaturas para cada gênero segue gerando distorções, e na prática a representatividade feminina na política brasileira continua menor do que em países como a Coreia do Norte e a Arábia Saudita

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