Raquel Sousa

(Ela/Dela)
Catracas com reconhecimento facial se espalham pelos estádios do país, mas estudos indicam problemas envolvendo a tecnologia e situações discriminatórias de cor, gênero e classe social. No Atlético Goianiense (foto) elas foram inauguradas este mês. Já as do rival Goiás, instaladas em 2022, são usadas em crianças, o que está em desalinho com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Foto: Ingryd Oliveira/Atlético Clube Goianiense

Tecnologias biométricas: os dilemas do reconhecimento facial nos estádios

Tecnologia deverá ser obrigatória em todos os grandes estádios até 2025. Porém, estudos concluem que tais sistemas podem gerar discriminação e impactar desproporcionalmente grupos sociais específicos, baseados em classe, cor e gênero.

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