• Professor associado do Instituto de Relações Internacionais, PUC-Rio
Trump, Bolsonaros e Figueiredo no Salão Oval: interesses do governo estadunidense na geoplítica da América Latina como um todo - e do Brasil em particular - permitem afirmar teremos um percurso com forte presença norte-americana nas eleições do segundo semestre. Imagem: Divulgação / Casa Branca

Intervenção dos EUA nas eleições brasileiras torna‑se cada vez mais evidente

O interesse em manter a América Latina como zona de influência, a ausência de compromisso com a democracia e a perspectiva de que a vitória de candidatos alinhados a Washington é prioritária gera um investimento importante nos processos eleitorais na região
Os presidentes Cyril Ramaphosa (África do Sul), Prabowo Subianto (Indonésia) e Lula na cúpula dos Brics, no Rio. Participação do Brasil no Brics é importante para diversificação e não-alinhamento, mas “é chegada a hora de conter a potência intervencionista e lançar um movimento mais amplo para a reconstrução do tecido multilateral internacional, a partir de princípios claros de justiça e equidade”. Joédson Alves/Agência Brasil

Brasil e potências médias têm o desafio de manter o não‑alinhamento para reconstruir o multilateralismo

É chegada a hora de conter a potência intervencionista e lançar um movimento mais amplo para a reconstrução do tecido multilateral internacional, a partir de princípios claros de justiça e equidade

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